Então Jeú subiu a um carro, e foi a Jizreel, porque Jorão estava deitado ali; e também Acazias, rei de Judá, descera para ver a Jorão.

2 Reis 9:16-29 (leia aqui)

Jeú é um homem astuto e cheio de energia. Seu plano é logo posto em prática. Seguido por um grupo fiel, ele guia sua carruagem até Jezreel. Quando vemos essa cena, lembramos o Cavaleiro, seguido pelos exércitos celestiais saindo para cumprir o julgamento do “furor da ira do Deus Todo-Poderoso”. Seu Nome é “Palavra de Deus” e também “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”: em outras palavras, o próprio Cristo. Então o tempo da graça chegará ao fim (Apocalipse 19:11-16).

“Há paz?”, Jorão pergunta ansiosamente por meio de seus mensageiros. Diante dele está o enviado para fazer justiça. O que a Bíblia diz sobre isso? “Para os perversos… não há paz” (Isaías 57:21). Pelo contrário, “quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição” (1 Tessalonicenses 5:3). Chegou o momento do acerto de contas para o ímpio rei. A graça sempre lhe foi pregada pelo profeta Eliseu. Mas o rei permaneceu surdo. “Traição!”, ele gritou. Deveria ter dito “Retribuição!”, pois foi a mão de Deus que guiou a flecha até seu coração e fez com que seu corpo fosse jogado no campo de Nabote onde, de acordo com a infalível profecia, começaria a destruição da sanguinária casa de Acabe.

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