E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama.

2 Reis 4:32-44 (leia aqui)

Como lembrado no capítulo 11 de Hebreus, o capítulo da fé: “Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos” (11:35). Isso acontece com a viúva de Sarepta e agora novamente com a sunamita. Mas que contraste com a cena no sepulcro de Lázaro, onde uma simples palavra do Senhor da vida foi suficiente para trazer à vida um homem morto há quatro dias! Em breve os santos que dormem ouvirão a “palavra de ordem” dAquele que conquistou a morte e ressuscitarão em poder (1 Tessalonicenses 4:16).

O incidente da morte na panela nos lembra como os homens, às vezes com a melhor das intenções, somente conseguem estragar o que Deus deseja dar-lhes. Temos de nos guardar, portanto, de não adicionar nada à Palavra, alimento para nossa alma (Gálatas 1:7-8). Quantos escritos religiosos contêm veneno misturado à verdade divina!

O homem de Baal-Salisa, cujos pães e espigas alimentaram cem homens, nos traz à mente cenas do evangelho (Mateus 14:15-21; 15:32-38). E aqui também percebemos a diferença entre o profeta e Aquele que fez a multidão sentar e se alimentar pela virtude de Seu próprio poder (Salmo 132:15).

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