E ESTIVERAM quietos três anos, não havendo guerra entre a Síria e Israel.

1 Reis 22:1-18 (leia aqui)

Ben-Hadade não cumpriu sua palavra (20:34) e dominou Ramote-Gileade. Acabe planeja um esquema para retomá-la e o relata a um ilustre visitante: Josafá, rei de Judá. Quais são nossos primeiros pensamentos em relação a essa visita? Não nos alegramos em ver a amizade restabelecida entre os soberanos dos dois reinos por tanto tempo em conflito? É apenas um passo para a união, atitude muito comum na cristandade atual. Na verdade, aos olhos de Deus, isso corresponde à infidelidade por parte de Josafá. Ele era rei sobre Jerusalém, onde estava o templo do Senhor. Acabe, por outro lado, era um idólatra. “Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?” (2 Coríntios 6:16). Como o rei de Judá pôde esquecer isso a ponto de declarar a Acabe tal absurdo: “Serei como tu és” (v. 4)?

Veja como Josafá se deixa envolver. Constrangido, ele faz tímidas observações, mas não tem a força necessária para opor-se aos planos de Acabe. Ele precisaria de mais coragem para fazer isso do que para guerrear contra os sírios. Cada um de nós conhece por experiência própria que a decisão mais difícil, a que exige mais coragem, muitas vezes é a simples recusa de se associar com o mal (Salmo 1:1).

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