ENTÃO congregou Salomão os anciãos de Israel, e todos os cabeças das tribos, os chefes dos pais dos filhos de Israel, diante de si em Jerusalém; para fazerem subir a arca da aliança do Senhor da cidade de Davi, que é Sião.

1 Reis 8:1-11 (leia aqui)

A casa de Deus estava pronta, e Ele iria tomar posse dela. Salomão reuniu os príncipes do povo, e os sacerdotes trouxeram a arca do concerto para o Lugar Santíssimo. Preciosa arca! Era um símbolo de Cristo. Ela havia testemunhado a fraqueza do povo, sustentando-os na batalha. Havia descido com eles o rio da morte. Agora chegava ao seu local de descanso. Mas algo sempre lembraria a jornada no deserto: as varas permaneciam visíveis. Embora não mais tivessem utilidade, as varas não foram tiradas de seus encaixes. “Os varais sobressaíam tanto, que suas pontas eram vistas…” (v. 8).

Através do esplendor do céu, contemplaremos Jesus em Sua beleza. Mas em Sua Pessoa veremos algo que tocará profundamente nosso coração: as indeléveis marcas de Seu sofrimento na cruz. Assim como as varas da arca, elas permanecerão na glória celestial como testemunhas eternas de Seu divino amor. Que belos também são os pés do Salvador, que se cansaram nos caminhos este mundo para nos buscar (Isaías 52:7), antes de serem traspassados na cruz, quando Ele se deixou pregar para nos salvar! Sobre esses pés santos, Maria derramou o perfume que encheu aquela bendita casa em Betânia, antecipando a casa do Pai, que será eternamente cheia de glória!

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