Então vieram duas mulheres prostitutas ao rei, e se puseram perante ele.

1 Reis 3:16-28 (leia aqui)

Em Israel, o rei era o supremo juiz, um tipo de Cristo que executará pessoalmente ambas as funções. O jovem rei Salomão necessitava muito mais da sabedoria divina para cumprir sua dupla tarefa: governar o julgar o povo. E a promessa de Deus foi cumprida sem demora, e o famoso veredito que Salomão pronuncia nos caso das duas mulheres o torna conhecido em todo Israel como aquele em que havia “a sabedoria de Deus, para fazer justiça” (v. 28). Essa não foi a maneira pela qual Absalão tentou estabelecer sua reputação como juiz (2 Samuel 15:4). Como a justiça poderia reinar se aquele ímpio e rebelde assassino se ele tivesse sucesso em tomar o trono que Deus havia destinado para Salomão, o irmão mais novo?

Apenas um homem foi mais sábio que Salomão. Considere Jesus, como menino “cheio de sabedoria”, confundindo os doutores da lei com seu entendimento (Lucas 2:40, 47); depois durante Seu ministério, respondendo segundo o estado do coração de cada pessoa, discernindo as armadilhas preparadas para Ele e surpreendendo Seus adversários. Ele foi particularmente admirado no episódio em que pronunciou Seu julgamento acerca da mulher flagrada em adultério: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (João 8:7). Eles perguntavam: “Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada?” (Marcos 6:2).

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