E SUCEDEU que, depois da morte de Saul, voltando Davi da derrota dos amalequitas, ficou dois dias em Ziclague;

2 Samuel 1:1-16 (leia aqui)

O incidente em Ziclague humilhou Davi e o conscientizou de sua fragilidade, mas também o trouxe de volta a um alegre relacionamento com o Senhor. Dessa forma, ele estava preparado para reinar. É sobre esse período que o segundo livro de Samuel trata.

O homem que trouxe a Davi a notícia da morte de Saul pensava consigo mesmo “que era como quem trazia boas-novas” (4:10). Para Davi isso não representava a morte de um inimigo e a oportunidade de subir ao trono? Mas aquele homem não conhecia Davi. No coração do “amado” do Senhor, a graça brilhava, acompanhada de altruísmo, amor pelo seu povo e respeito pela hierarquia divina. Como ele poderia alegrar-se com Israel derrotado e o rei desonrado diante dos inimigos do Senhor?

Davi interroga o homem. “Donde vens?”. O homem revelou que também pertencia aos inimigos de Israel, e a um dos piores deles: era um amalequita! Tentando enganar Davi com seu relatório mentiroso, a única coisa que conseguiu foi enganar a si mesmo (Provérbios 11:18). Ele achava que o novo rei receberia a coroa de suas mãos. Nesse aspecto, ele se assemelhou ao grande Inimigo que tentou persuadir Jesus – sem sucesso – a aceitar os reinos e a glória deste mundo (Mateus 4:8-10).

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