Então Abigail se apressou, e tomou duzentos pães, e dois odres de vinho, e cinco ovelhas guisadas, e cinco medidas de trigo tostado, e cem cachos de passas, e duzentas pastas de figos passados, e os pôs sobre jumentos.

1 Samuel 25:18-31 (leia aqui)

“Pagam-me o mal pelo bem, o que é desolação para a minha alma”, disse Davi no Salmo 35:12. Era isso o que Nabal estava fazendo. Saul tinha feito isso no capítulo anterior, como ele mesmo reconheceu: “Tu me recompensaste com bem, e eu te paguei com mal” (24:17). Mas desta vez Davi não retribuiu com o bem. Em uma explosão de ira, o capitão ofendido prepara sua espada para a vingança. Ele não mais se parece com o perfeito Modelo, “pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pedro 2:23).

Na casa de Nabal, sabedoria e insensatez habitavam lado a lado. A loucura foi demonstrada pela boca do incrédulo Nabal (cujo nome significa tolo). A sabedoria, por sua vez, é revelada em Abigail, uma mulher “sensata” (v. 3). Com seus presentes, ela vai ao encontro daquele que reconhece como o ungido do Senhor. Ela se curva até o chão, confessa sua indignidade e exalta a glória presente e futura que sua fé discerne no rei escolhido por Deus. Vemos que a incredulidade e a loucura andam de mãos dadas, enquanto a verdadeira sabedoria e a são inseparáveis.

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