ENTÃO Davi se retirou dali, e escapou para a caverna de Adulão; e ouviram-no seus irmãos e toda a casa de seu pai, e desceram ali para ter com ele.

1 Samuel 22:1-10 (leia aqui)

A caverna de Adulão se tornou um refúgio para Davi, pois seu verdadeiro refúgio era o Senhor, como declara o salmo que ele compôs naquele lugar: “A ti clamo, SENHOR, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes” (Salmo 142:5 e 57:1). Ele acrescenta: “Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome; os justos me rodearão, quando me fizeres esse bem” (v. 7). Os justos? Será que ele se referia aos homens descritos no versículo 2? Todos eles eram pouco recomendáveis, rejeitados pela sociedade. Sim, Deus dá esse nome aos que amam Seu ungido e o reconhecem como capitão. A partir do momento em que se juntaram a Davi, o triste passado deles já não importava mais.

Portanto, os que se aproximam de Jesus hoje trocam seu fracasso moral, sua imensa dívida para com Deus, a amargura da alma (v. 2), por Sua justiça. Quando percebem que nada podem fazer por si mesmos, que o mundo não tem nada que os satisfaça, os redimidos encontram nEle o Capitão e o objeto de seus afetos.

O que mais Davi poderia oferecer aos seus companheiros? No presente, nada além de sofrimentos! Mas, no futuro, a glória de seu reinado. Essa é a porção dos crentes! Que contraste com o povo deste mundo que, da mesma maneira que os servos de Saul no versículo 7, recebem todas as vantagens e boas coisas neste mundo e depois nada mais além da perdição eterna!

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