Disse Davi a Jônatas: Eis que amanhã é a lua nova, em que costumo assentar-me com o rei para comer; porém deixa-me ir, e esconder-me-ei no campo, até à tarde do terceiro dia.

1 Samuel 20:5-23 (leia aqui)

Quando Saul veio a Naiote, Davi fugiu. Ainda mantinha, contudo, a esperança de retomar seu lugar na corte e por isso foi procurar conselho com seu amigo Jônatas. “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Provérbios 17:17). Tendo sido amigos nos tempos felizes, Davi e Jônatas experimentarão agora quão preciosa e confortadora é a amizade mútua quando o tempo da provação chega.

Quão superior é nosso relacionamento com o supremo Amigo! Como conheceremos Sua perfeita simpatia se jamais precisarmos dela (Hebreus 4:15-16)?

Parecia que Davi não passava de um fora-da-lei para quem as promessas divinas de reinado tinham sido suspensas. Mas a fé de Jônatas continuava vendo Davi como aquele que iria reinar, cujos inimigos seriam cortados, incluindo seu próprio pai (cujo nome ele não mencionou por respeito). Note como ele fala do futuro com total convicção. Assim os redimidos do Senhor Jesus discernem pela fé Sua maravilhosa glória e sabem que seu Salvador, que hoje é odiado e rejeitado pelo mundo e por seu príncipe, logo aparecerá como o Rei da glória, tendo os Seus inimigos debaixo de Seus pés.

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Uma resposta

  1. Realmente existe amizades em que duas pessoas se tornam apenas uma alma, como no caso de Davi e Jônatas, o elo se torna tão forte e evidente que supera a união fraternal entre irmãos de sangue. Eles acreditam nos mesmo ideais e se dessedentam da mesma fonte. Partilham o pão, as vestes, as alegrias, as conquistas, as tristezas, as insatisfações, sentem a mesma dor, a mesma benção, o mesmo castigo, as mesmas perseguições e por fim as mesmas vitórias… esse tipo de amizade é tão prazerosa que as vezes é confundida ou mal interpretada, mas, realmente ela pode existir é sadia e sem repreenssões e vem da parte de Deus…

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