SUCEDEU, pois, que um dia disse Jônatas, filho de Saul, ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição dos filisteus, que está lá daquele lado. Porém não o fez saber a seu pai.

1 Samuel 14:1-10 (leia aqui)

No capítulo 13 vimos o que a carne pode fazer, ou melhor, o que não pode fazer: esperar pelo tempo de Deus. Em contraste, o capítulo de hoje nos revela o que a fé é capaz de realizar. Todos os recursos humanos favoreciam Saul. Oficialmente, o poder em Israel estava debaixo da romeira em Gibeá. Mas a fé, uma fé pessoal, estava do lado de Jônatas e de seu companheiro. Para eles, a ajuda vinha de Deus, a quem eles conheciam como Salvador (v. 6). Essa é uma figura que nos faz pensar na cristandade de hoje. Os grandes líderes religiosos, que se autodenominam cristãos, proclamam ter autoridade espiritual e se consideram mediadores essenciais entre Deus e a humanidade. O Senhor Jesus, porém, conhece os que são Seus e lhes dá apoio, o conhecimento de Sua mente e o prazer de Sua presença, sem a necessidade de todos os sistemas inventados pelas organizações controladas por pessoas. A expedição de Jônatas foi uma completa tolice, humanamente falando. Os filisteus ocupavam os lugares estratégicos e tinham grande poderio militar. Jônatas contava com Deus, esperava que Ele lhe desse um sinal para avançar. Que contraste com o seu pai, Saul, e que maravilhoso exemplo para nós!

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