Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em apuros (porque o povo estava angustiado), o povo se escondeu pelas cavernas, e pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas.

1 Samuel 13:6-23 (leia aqui)

A situação não poderia ser mais crítica. Os filisteus estavam vindo, numerosos como a areia da praia (v. 5); eles ocuparam os lugares fortificados e enviaram tropas que devastaram o país (v. 17). Em Israel era cada um por si. Umas poucas centenas de homens, apavorados, ainda seguiam Saul, porém não tinham nem armas com as quais se defender, pois o povo dependia dos inimigos para amolar seus instrumentos. O rei estava muito preocupado. Samuel, que havia dito para que o rei esperasse em Gilgal (10:8), ainda não havia chegado, mesmo sendo o dia marcado. Durante esse tempo, o povo, desencorajado, abandonou Saul; portanto, o número de homens de guerra minguou. O rei perdeu a paciência. Será que Samuel não viria? Não tem importância – ele mesmo faria o holocausto. Porém o ato profano do rei mal tinha acabado quando o profeta chegou. “Que fizeste?”, perguntou Samuel indignado. Em vão, Saul procurou justificar-se. “Procedeste nesciamente”, responde o profeta. E ele declara a palavra do Senhor – Saul não deixaria uma dinastia. O filho dele não o sucederia no trono. A impaciência é um fruto da carne. Por outro lado, a fé é paciente – ela espera até o fim pelo tempo de Deus (Tiago 1:4).

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