ENTÃO tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e beijou-o, e disse: Porventura não te ungiu o Senhor por capitão sobre a sua herança?

1 Samuel 10:1-12 (leia aqui)

Samuel cumpre fielmente o rito que colocaria um ponto final em seu serviço como juiz. Ele derrama o óleo da unção sobre a cabeça de Saul para ungi-lo rei. Depois mostra o caminho que ele deve seguir, exatamente como o jovem disse que ele faria (9:6). Quanto às jumentas, elas já haviam sido encontradas. Porém Saul agora deveria passar por vários estágios que o preparariam para ocupar o trono. Em primeiro lugar ele teria de ir ao sepulcro de Raquel: a morte, o fim do homem natural com todas as suas vantagens é a primeira grande lição para todos os jovens cristãos. Ma a tumba de Raquel também foi o local onde nasceu Benjamim, a tribo à qual Saul pertencia. Benjamim, o filho da mão direita do pai, é um símbolo de Cristo em quem os redimidos podem alegrar-se quando consideram o velho homem crucificado.

O segundo encontro em Betel (casa de Deus) fala sobre nossa adoração, da qual o jovem crente é convidado a participar com mais duas ou três testemunhas. Por fim, na companhia dos profetas, há um testemunho a dar pelo poder do Espírito Santo diante dos inimigos.

Saul parece ter passado por todas essas lições sem aparentemente aprendido com elas. Isso fica claro pela continuação da história. É uma prova de que podemos estar “entre os profetas”, participar de todas as bênçãos dos filhos de Deus, sem jamais ser verdadeiramente um deles.

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