Então correu, da batalha, um homem de Benjamim, e chegou no mesmo dia a Siló; e trazia as vestes rotas, e terra sobre a cabeça.

1 Samuel 4:12-22 (leia aqui)

Os planos deles foram frustrados. A presença da arca no meio do povo, cujo estado era tão pecaminoso, não evitou o desastre. A arca foi tomada (Salmo 78:56-64). Que vergonha para um exército quando o inimigo toma o símbolo máximo da nação – ainda mais para Israel, pelo fato de o trono de Deus ser o símbolo da nação. Como eles celebrariam o Dia da Expiação (Levítico 16:14-15) sem a santa arca onde o sangue teria de ser espargido? E como poderiam fazer isso sem os descendentes de Arão para cumprir as ordenanças, pois, ao mesmo tempo, o sacerdócio iria acabar, uma vez que Hofni e Finéias haviam sido mortos?

Eli talvez tivesse meios para evitar tal punição sobre Israel. De acordo com Deuteronômio 21:18-21, Eli deveria trazer seus filhos diante do povo para serem apedrejados até a morte por causa da sua má conduta. Mas não teve coragem para fazer isso. Portanto, agora, não apensas Hofni e Finéias pereceram, mas 34 mil homens morreram com eles. E a arca, a glória de Israel, foi tirada do povo. A última parte da notícia foi o que matou o velho sacerdote. A arca era mais querida ao seu coração que sua família. Sua nora também sentia o mesmo. Ao chamar seu filho recém-nascido de Icabô, ela pronunciou a oração fúnebre para seu povo.

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