E esteve ela apanhando naquele campo até à tarde; e debulhou o que apanhou, e foi quase um efa de cevada.

Rute 2:17-23; 3:1-13 (leia aqui)

Em Israel, no tempo da colheita, os cantos dos campos tinham de ser deixados para os pobres e estrangeiros que vinham colher ali (Levítico 19:9; 23:22). Conseqüentemente Rute, a pobre
estrangeira, tinham uma dupla credencial para se beneficiar da provisão da graça.

A colheita nos fala da ação que devemos ter de nos alimentarmos daquilo que o Senhor dá. E comumente isso acontece com a ajuda dos servos de Deus. Isso requer esforço de nossa parte. Porém o Senhor, o verdadeiro Boaz, não tardará em nos dar “boa medida, recalcada, sacudida, transbordante” (Lucas 6:38). Rute debulhou o que colhera e levou tudo para casa. Compartilhemos em casa, com nossa família as excelentes coisas que o Senhor tem nos dado em Sua Palavra.

Percebemos a devoção de Rute para com Noemi. Observemos agora a submissão dela à sua sogra. Jovens, que exemplo Rute lhes dá. Ela fazia tudo o que Noemi lhe pedia, e esta, por sua vez, desejava o descanso e a felicidade de sua nora (3:1). Onde esse descanso e felicidade poderiam ser encontrados se não aos pés de Boaz, uma figura de alguém maior que ele mesmo? Quantas pessoas se aproximam de Jesus cansadas e sobrecarregadas e encontram descanso para a alma (Mateus 11:28-29)!

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