Porém subindo os cinco homens, que foram espiar a terra, entraram ali, e tomaram a imagem de escultura, o éfode, e os terafins, e a imagem de fundição, ficando o sacerdote em pé à entrada da porta, com os seiscentos homens que estavam munidos com as armas de guerra.

Juízes 18:17-31; 21:25 (leia aqui)

A conquista de Laís não teve nada em comum com a as conquistas da fé nos tempos de Josué. O que podemos perceber em Dã? Vemos cobiça por “um lugar em que não há falta de coisa alguma que há na terra” (v. 10), confiança em si mesmos, covardia, ingratidão, roubo, trapaça e, coroando tudo isso, o estabelecimento de um culto idólatra. Que quadro! Passaremos os próximos capítulos (nos quais as coisas ficarão ainda piores) até chegarmos ao último versículo do livro, que é uma repetição de 17:6: “Cada qual fazia o que achava mais reto“. Essa sentença resume a condição de Israel no tempo dos juízes. E, infelizmente, resume também a condição da cristandade em nossos dias. Se o livro de Josué tem sido comparado a Efésios, o livro de Juízes nos lembra de 2 Timóteo (especialmente o capítulo 3). Porém essa sucessão de períodos altos e baixos, de fracasso e restauração, acontece com muita freqüência em nossa própria vida. Vigiemos para não fazer o que achamos que é bom, e para não colocarmos nisso nossa confiança. Façamos o que é “agradável ao Senhor” (Efésios 5:10; Hebreus 13:21).

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