ENTÃO se convocaram os homens de Efraim, e passaram para o norte, e disseram a Jefté: Por que passaste a combater contra os filhos de Amom, e não nos chamaste para ir contigo? Queimaremos a fogo a tua casa contigo.

Juízes 12:1-15 (leia aqui)

No capítulo 8:2-3, Gideão aprendeu por experiência que “a resposta branda desvia o furor”. (Provérbios 15:1). Agora Jefté aprenderá a segunda parte do mesmo versículo: “a palavra dura suscita a ira”. Ele contendeu com os mesmos homens de Efraim que eram facilmente irritáveis e sempre dispostos à discussão (Juízes 8:1; Josué 17:14). Eles desejavam colher os louros da vitória sem participar da batalha e tinham ciúmes do sucesso dos outros, embora a atitude deles devesse ser a de alegrar-se com os seus irmãos pelo livramento do Senhor. Eles também reprovaram o fato de Jefté não lhes ter chamado para a batalha. Note quantas vezes as palavras “eu”, “meu” e “minha” aparecem na fala dos filhos de Efraim (vv. 2-3). Dessa vez houve uma guerra irrestrita. Que triste é uma guerra entre irmãos! Disputas no seio de nossas próprias famílias não são melhores! As causas são as mesmas – egoísmo, inveja e irritabilidade. Devemos pensar no grande mandamento do Senhor : “Assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:34-35, 15:12, 17), repetido pelo apóstolo João (1 João 3:23; 4:7, 11, 21).

No final, outros juízes foram dados a Israel, escolhidos de diferentes tribos. Então veio um tempo de paz. Que usemos esses tempos de paz dados a nós para nos fortalecermos e não para cairmos na indolência.

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