Depois perguntou a Zeba e a Salmuna: Que homens eram os que matastes em Tabor? E disseram: Como és tu, assim eram eles; cada um parecia filho de rei.

Juízes 8:18-35 (leia aqui)

Após a vitória, uma série de sutis perigos ainda ameaçava o servo de Deus. Conforme vimos ontem, foi a ira de Efraim que Gideão dissipou com uma palavra branda. Agora é a bajulação do mundo. Porém, os elogios de Zeba e Salmuna a respeito da sua aparência – parecido com um “filho de rei” – não o impediram de matá-los. Outra armadilha foi colocada diante dele, desta vez pelos israelitas: “Domina sobre nós, tanto tu como teu filho… porque nos livraste do poder dos midianitas”. Ele lhes dá uma bela resposta: “O SENHOR vos dominará” (vv. 22-23). O servo do Senhor precisa tomar cuidado para não ocupar na mente das pessoas o lugar que pertence exclusivamente ao Senhor; e, por outro lado, os crentes devem guardar-se da adulação de outros servos de Deus (Mateus 23:8, 10).

Após as vitórias de Gideão, havia por fim uma última armadilha (v. 27), na qual ele caiu. Como memorial de sua vitória, ele colocou em sua cidade um éfode, ou seja, uma estola sacerdotal (um objeto dourado símbolo do sacerdócio). Todo Israel veio para adorar ali, esquecendo que o único centro do sacerdócio era Siló, onde estava a arca do Senhor (Josué 18;1). Então Gideão morreu… e o povo voltou aos ídolos!

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