Juízes 6:14-27 (leia aqui)

Enquanto olha para si mesmo, Gideão não encontra o poder do qual o anjo lhe falou. Na verdade, o que ele vê é exatamente o contrário! Ele é a última pessoa da família mais pobre. No entanto, como o apóstolo Paulo mais tarde, como eu e você tantas vezes, Gideão teve de aprender essa lição: “Quando sou fraco, então, é que sou forte” (2 Coríntios 12:9-10) e “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). O poder que Gideão tinha era o poder do próprio Deus: era a “força que Deus supre” (1 Pedro 4:11), pois “o poder se aperfeiçoa na fraqueza”.

Que precioso encontro com o Anjo do Senhor; é como o encontro que temos de ter com o Senhor na base do sacrifício executado na cruz. A conseqüência desse encontro não é a morte – muito pelo contrário – é a paz (v. 23). E Gideão construiu um altar em homenagem a esse Deus de paz que se havia revelado a ele. Então, imediatamente depois disso, ele teve de aprender que existem coisas que precisam ser reviradas, derrubadas e cortadas. Será que nós também não precisamos derrubar algumas coisas para nos tornarmos fortes? Não é possível ter um ídolo habitando em nosso coração ao mesmo tempo que o Espírito Santo, pois “que comunhão tem a luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14).

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