ESTAS, pois, são as nações que o Senhor deixou ficar, para por elas provar a Israel, a saber, a todos os que não sabiam de todas as guerras de Canaã. Tão-somente para que as gerações dos filhos de Israel delas soubessem (para lhes ensinar a guerra), pelo menos os que dantes não sabiam delas. Cinco príncipes dos filisteus, e todos os cananeus, e sidônios, e heveus que habitavam nas montanhas do Líbano desde o monte de Baal-Hermom, até à entrada de Hamate. Estes, pois, ficaram, para por eles provar a Israel, para saber se dariam ouvido aos mandamentos do Senhor, que ele tinha ordenado a seus pais, pelo ministério de Moisés. Habitando, pois, os filhos de Israel no meio dos cananeus, dos heteus, e amorreus, e perizeus, e heveus, e jebuseus,

Juízes 3:1-11 (leia aqui)

No livro de Juízes vemos o mesmo ciclo de eventos se repetindo continuamente. O povo começa a abandonar o Senhor. Então Ele usa os inimigos do povo para lhes despertar a consciência. Finalmente, Israel clama a Deus que, por ser cheio de misericórdia, os liberta e lhes dá um juiz (Salmo 107:6, 13, 19, 28). Infelizmente, esse ciclo de eventos é repetido muitas vezes em nossa própria vida. Quando esquecemos o Senhor e nos colocamos sob a influência do mundo, Ele às vezes usa a hostilidade do mundo para nos despertar. O versículo 2 nos lembra da maneira pela qual Deus nos mantém em um estado de alerta e nos treina para a batalha. Ele permite que o inimigo exista expressamente para este propósito. O treinamento militar é necessariamente composto de exercícios e manobras sem as quais um soldado seria incapaz de lutar quando surgisse a ocasião. “Combate o bom combate da fé” é uma ordem para o cristão (1 Timóteo 6:12). A fé nos dá uma dupla segurança: a primeira, de que o mundo é um inimigo; a segunda, de que o mundo é um inimigo vencido. “Eu venci o mundo” foram uma das últimas palavras do Senhor Jesus antes da cruz. Temos de tomar posse disso para que também nós triunfemos sobre o mundo (João 16:33; 1 João 5:4-5).

 

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