Também os filhos do queneu, sogro de Moisés, subiram da cidade das palmeiras com os filhos de Judá ao deserto de Judá, que está ao sul de Arade, e foram, e habitaram com o povo. E foi Judá com Simeão, seu irmão, e feriram aos cananeus que habitavam em Zefate; e totalmente a destruíram, e chamou-se o nome desta cidade Hormá. Tomou mais Judá a Gaza com o seu termo, e a Ascalom com o seu termo, e a Ecrom com o seu termo. E estava o Senhor com Judá, e despovoou as montanhas; porém não expulsou aos moradores do vale, porquanto tinham carros de ferro.

Juízes 1:16-26 (leia aqui)

O livro de Juízes mal começou e já podemos ver um triste e rápido declínio. Qual a razão? Em essência o povo se esqueceu da presença do Senhor. Gilgal não é mais o lugar do autojulgamento e o lugar onde o Anjo do Senhor estava (cap. 2:1). Qual o resultado disso? O poder do homem é grandemente temido, seus carros de ferro se tornaram apavorantes. Aqui parece haver uma semelhança com a época de Josué. A conquista de Luz nos faz pensar na conquista de Jericó. Mas não foi a fé demonstrada pelos filhos de José que lhes mostrou a entrada da cidade. Raabe foi poupada por sua fé. É totalmente diferente do caso do homem que traiu o povo de Luz, o qual, em vez de habitar com os hebreus, foi embora e construiu uma cidade em outro lugar. Uma vitória que não é fruto da confiança em Deus jamais perdurará.

Havia um declínio geral, mas cada tribo individualmente se caracterizava por quanto tolerava ou se submetia à presença dos inimigos em seu território. Na Igreja, igualmente, a frouxidão geral é resultado da frouxidão individual. Cada cristão e cada cristã têm sua própria parcela de responsabilidade por essa situação. Devemos perguntar a nós mesmos: “Qual é a minha responsabilidade? Qual tem sido o meu testemunho desde que me

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