E SUCEDEU, depois da morte de Josué, que os filhos de Israel perguntaram ao Senhor, dizendo: Quem dentre nós primeiro subirá aos cananeus, para pelejar contra eles? E disse o Senhor: Judá subirá; eis que entreguei esta terra na sua mão. Então disse Judá a Simeão, seu irmão: Sobe comigo à minha herança. E pelejemos contra os cananeus, e também eu contigo subirei à tua herança. E Simeão partiu com ele. E subiu Judá, e o Senhor lhe entregou na sua mão os cananeus e os perizeus; e feriram deles, em Bezeque, a dez mil homens.

Juízes 1:1-15 (leia aqui)

Há uma grande diferença entre os livros de Josué e o de Juízes. Josué mostra Israel vitoriosamente tomando posse da terra de Canaã. Juízes faz um relato do povo habitando na herança deles. À primeira vista, ambos parecem tratar dos mesmos assuntos. Mas já no início de Juízes certos sinais deixam transparecer que não estamos mais nos tempos de Josué. Mesmo quando Judá agiu zelosamente contra os cananeus, ele pareceu depender mais de seu irmão Simeão do que do próprio Deus. O rei inimigo fora deixado com vida, mas tratado de maneira brutal.

O período de glória obviamente havia terminado; iremos testemunharemos a partir daqui o declínio de Israel.

Isso também tem acontecido com a Igreja, responsável diante de Deus. Tanto o seu poder quanto suas bênçãos coletivas têm desaparecido hoje. Mas Deus não mudou. O poder divino ainda está disponível para cada crente. Um exemplo disso é Otniel tomando posse de Debir. A bênção também está ao nosso alcance. Temos apenas de agir como Acsa (v. 15). As bênçãos vêm pelo espírito de Deus, que, à semelhança dos “ribeiros de águas” prometidos em Deuteronômio 8:7, refrescam nossa alma pela Palavra de Deus. Neste início de ano, peçamos ao nosso Pai tias bênçãos.

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