Então responderam os filhos de Rúben, e os filhos de Gade, e a meia tribo de Manassés, e disseram aos cabeças dos milhares de Israel: O Senhor Deus dos deuses, o Senhor Deus dos deuses, ele o sabe, e Israel mesmo o saberá. Se foi por rebeldia, ou por transgressão contra o Senhor, hoje não nos preserve;

Josué 22:21-34 (leia aqui)

Os filhos de Rúben, Gade e Manassés explicaram suas razões, e seus irmãos reconheceram a sinceridade deles. Mas qual a vantagem desse excelente altar? Já não havia outro monumento também às margens do Jordão? As doze pedras, símbolo da unidade da nação em sua divina posição (Josué 4) já não eram suficientes? Mas essas duas tribos e meia perderam (como muitos cristãos), a plena alegria de seus privilégios. Muitos majestosos altares foram edificados na cristandade também. Armados pela imaginação humana, eles não testemunham a unidade da Igreja, mas, sim, sua divisão. E a justa indignação das nove tribos e meia nos mostra o quão seriamente temos de considerar a divisão do povo de Deus. Levantar e anunciar grandes princípios, mesmo em conformidade com as Escrituras, jamais substituiu a alegria da “terra”. O crente que experimentou tal alegria não é capaz de explicá-la ou expressá-la aos outros. Mas ele pode convidar os demais a vir e ver (João 1:39, 47). “Se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso. Chegando-vos para ele… sois edificados casa espiritual” (1 Pedro 2:3-5).

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