Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.

Josué 3:14-17 – 4:1-8 (leia aqui)

A arca entrou primeiro nas águas, abrindo passagem para o povo. A entrada de Cristo na morte abriu um caminho para nós, pelo qual nunca passamos, um novo e vivo caminho (3:4; Hebreus 10:20). Antes da cruz, ninguém jamais tinha voltado da morte. Mas Cristo o fez, e agora também podemos passar com Ele sem experimentar a amargura dela. “Atravessaram o rio a pé; ali, nos alegramos nele” (Salmo 66:6). A arca permaneceu no rio até que toda a nação acabasse de atravessá-lo (v. 17). Gloriosa segurança do povo! A morte não nos pode tragar! Cristo entrou nela em nosso lugar. Pensemos no que significou o Príncipe da Vida ter oferecido Sua alma na morte. A passagem de Jonas 2:5 e o Salmo 42:7 mencionam as terríveis ondas que passaram sobre Ele nesse momento tenebroso. Precioso Salvador! Para Ele, sofrimento e morte; para nós, libertação, vida e felicidade. As águas não poderiam apagar nem os rios afogar esse amor forte como a morte que O levou a atravessar essas águas para nos salvar do poder destruidor delas (Cantares 8:6-7).

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