Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem;

Deuteronômio 26:12-19 (leia aqui)

O convite de Hebreus 13:15 para sempre oferecermos sacrifícios de louvor a Deus é imediatamente seguido da exortação: “Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação”. Aqui também temos a questão dos dons imediatamente após a oferta das primícias ao Senhor (vv. 1-11). Os dízimos faziam parte da adoração de Israel, e o versículo 11 nos ensina o porquê: era necessário que o levita e o estrangeiro se alegrassem juntamente com o israelita. Da mesma maneira, somos exortados a compartilhar nossos bens com os outros, não para recebermos agradecimentos ou atenções, mas para que a pessoa com a qual compartilhamos dê graças ao Senhor pelas boas coisas que desfrutamos juntos (2 Coríntios 9:12). Fazer o bem no céu não será mais importante, pois obviamente não haverá a menor necessidade disso. Na terra, contudo, o Espírito de Deus relaciona este serviço ao louvor. É como se Ele nos desse uma oportunidade de provar nosso amor a Deus mais do que com palavras. Além disso, não esqueçamos a tocante razão que deveria ser suficiente para nós: “pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz” (Hebreus 13:16)!

Uma única coisa distinguia Israel “em louvor, renome e glória sobre todas as nações”: era a obediência aos mandamentos de seu Deus (vv. 18-19).

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