Na tua bolsa não terás pesos diversos, um grande e um pequeno.

Deuteronômio 25:13-19 – 26:1-11 (leia aqui)

Entre todas as experiências humilhantes do deserto, ainda havia mais uma da qual Israel tinha de lembrar, e nós juntamente com ele. Amaleque covardemente tirou proveito do cansaço do povo ao atacar os fracos e desfalecidos. Prestemos atenção! O diabo raramente ousa atacar cristãos que andam em fé e confiança. No entanto, os desfalecidos são presas ideais para ele. Sabemos o que aconteceu com Pedro que seguia Jesus de longe (Lucas 22:54).

O capítulo 26 nos leva à terra novamente. Contudo, o passado não foi esquecido. O israelita, abençoado em sua colheita, chegando ao lugar escolhido pelo Senhor, tinha de relembrar tanto de seu passado iníquo quanto do poder divino que o resgatou a fim de trazê-lo para a boa terra. Então, como prova do reconhecimento da bondade de Deus, o israelita deveria colocar diante dEle sua cesta com frutos e prostrar-se com o coração cheio de gratidão e alegria. É uma bela ilustração da adoração do redimido que se lembra da gloriosa salvação que o alcançou, ofertando a Deus o “sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13:15) e dizendo ao Senhor: “Toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu tos reservei, ó meu amado” (Cantares 7:13)

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