NÃO julgueis, para que não sejais julgados.

Mateus 7:1-14

Os versículos 1 a 6 e o maravilhoso versículo 12 nos mostram os motivos que devem regular todas as nossas relações com os homens, com os nossos irmãos. Como resposta a esse problema, grandes pensadores de todas as civilizações têm lotado imensas bibliotecas com suas doutrinas sociais, políticas, morais… ou religiosas. Mas, para o Senhor, basta um pequeno versículo para expressar e conter Sua solução tão divinamente sábia, perfeita e definitiva. “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas” (ver Romanos 13:10). O dia-a-dia oferece-nos inúmeras oportunidades para praticar essa regra de ouro. Aprendamos, pois, a nos colocarmos sempre no lugar daqueles que nos rodeiam.

Os versículos 13 e 14 nos recordam que, se há dois senhores, também há dois caminhos, duas portas. A maioria dos homens está no caminho espaçoso. E isto apesar do terrível letreiro que indica: Este caminho “conduz para a perdição” (v. 13). Por outro lado, poucos são os que se encontram no caminho que conduz à vida (porque poucos são os que buscam – v. 7). “Estreita é a porta.” Somente abandonando a bagagem da justiça própria é que se pode passar por ela. Amigo leitor, em qual caminho você está seguindo?

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Uma resposta

  1. O texto usado precisa ser olhado dentro do contexto que começa afirmando: “Somente deveis portar-vos DIGNAMENTE conforme o EVANGELHO de Cristo…” – Filipenses 1 :27. Não podemos utilizar a humildade para escondermos coisas que contrariam princípios estabelecidos nas Escrituras. A exortação de Paulo é clara quando recomenda um comportamento digno fundamentado nos Evangelhos o que tem sido um peso para muitos hoje, afinal aceitar como práticas que violam o culto e a relação de intimidade do homem com Deus tornou-se uma prática comum hoje e quando alguém critica logo vem a idéia de que este está querendo ser melhor que os demais. A coisa não é bem assim, precisamos tem coragem para apontarmos os erros sim, afinal o evangelho a cada dia está sendo ridicularizado, sendo usado para fins comerciais enquanto milhões estão sendo enganados por uma religiosidade vazia e sem compromisso com Deus.
    O evangelho precisa ser respeitado, precisa voltar as origens e resgatar a sua credibilidade, do contrário “…Tudo que é honesto, tudo que é verdadeiro, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama…” – Filipenses 4:8 – será deixado de lado dando lugar a uma religiosidade formalista voltada para o materialismo e a satisfação das necessidade do corpo e não da alma.
    A questão é que quando a razão é evidente não há como contestá-la ou abandoná-la, até porque seria omissão e ela por si só é pecado. Os fracos escondem-se ou recusam-se a manifestar as suas posições, muitos por comodidade outros por falta de firmeza nos argumentos. Não acreditar que somos o melhor, é ver que o melhor está sendo distorcido – no caso da religião – para atender a interesses que não contribuem para o fortalecimento do Reino de Deus.
    Criticar, quando envolve questões de fé, em hipótese alguma significa se impor como maioral, sabichão ou como superior, antes demonstra coragem já que o que está em jogo envolve a coisa mais preciosa para Deus, a alma do cidadão.
    Parece, pelos rumos que o cristianismo tomou, que ninguém pode mais fazer qualquer crítica a comportamentos distorcidos, a práticas não recomendadas ou a regras institucionais religiosas, pois estaria querendo se sobrepõem sobre os demais mesmo que tais situações estejam comprometendo a verdade imutável registrada na Bíblia Sagrada.
    O texto trata da humildade, mas não proíbe ou faz qualquer alusão a não fazermos críticas contra atos que fujam do estabelecido nos ensinos apostólicos. Se não há um comportamento digno, se não há respeito ao evangelho, se não há fidelidade no que é pregado é obvio que alguém precise levantar a voz e questionar os interesses e os objetivos de quem assim comporta. O contexto nos recomenda que: “Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros e sem ESCÂNDALO algum…- Filipenses 1:10. Se há comportamento que evidencia escândalo obviamente que alguém irá condenar o que não significa superioridade, mas responsabilidade.

    Carlos Roberto Martins de Souza
    crms2casa@otmail.com

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