Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade(1 Timóteo 2:3-4).

QUE DEVO FAZER PARA SER SALVO?

“Que devo fazer para ser salvo?” A você que se preocupa com essa questão tão vital, eis o que a Bíblia diz:

1º – “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Abandone seus próprios conceitos. Reconheça seu estado de completa perdição. Declare como o homem de Lucas 18:13: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!”

2º – Confesse seus pecados a Deus com sinceridade, pois Ele é santo e justo, mas cheio de amor para com o pecador que se arrepende. “Deus… anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (Atos 17:30).

3º – Creia que Deus pode perdoar seus pecados, porque Seu Filho, Jesus Cristo, levou na cruz o castigo que você merecia: “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele” (Isaías 53:5). “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).

4º – Aceite essa oferta gratuita: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna” (João 3:36) e “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos 16:31). “Em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).

5º – Agradeça a Deus: “Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável” (2 Coríntios 9:15). Aja como o cego curado por Jesus que disse: “Creio, Senhor. E o adorou” (João 9:38).

6º – Saiba que uma nova vida começa para você: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.Turmalina

Mateus 7:15-29

Desde que as boas árvores são reconhecidas pela produção de bons frutos, então o versículo 22 está falando sobre pessoas excelentes, não é? Elas se apresentam com as mãos cheias de obras aparentemente boas – profecias, milagres, expulsão de demônios – todas feitas com o nome do Senhor tomado em seus lábios. Mas o Senhor lhes responderá solenemente: “Nunca vos conheci” (v. 23). “Os vossos frutos não são decorrentes da obediência à vontade de Deus” (v. 21).

Todos esses ensinamentos não são difíceis de entender. O que nos falta não é a capacidade de compreendê-los, mas, sim, de colocá-los em prática. Por isso, no final de Seu discurso, o Senhor Jesus ilustra com uma breve parábola a diferença entre os que somente ouvem, e os que colocam em prática o que ouviram. São como duas casas de aparência similar, mas vejamos os seus fundamentos. Uma está fundada sobre a rocha da fé em Jesus Cristo (1 Coríntios 3:11); seu alicerce é profundo (Lucas 6:48). A outra repousa somente sobre a areia dos sentimentos humanos, que é movediça e instável. Até que venha a prova – o que é inevitável -, é impossível diferenciá-las. Mas então… olhem bem o que aconteceu com a segunda casa! Qual o nome que o Senhor dá aos dois construtores? Respectivamente: Prudente e Insensato. Qual deles se aplica à sua construção?

OUVE, ó Israel, hoje passarás o Jordão, para entrares a possuir nações maiores e mais fortes do que tu; cidades grandes, e muradas até aos céus;

Deuteronômio 9:1-17 (leia aqui)

Moisés usa os mesmos termos para descrever a força dos inimigos de Israel, como os homens incrédulos que tinham feito desfalecer o coração do povo (1:28). Pois essa força era real. Não era uma questão de o povo ignorá-la, mas colocar sua confiança em um poder maior. O Senhor iria adiante deles para derrotar e destruir o poder do inimigo.

Em contraste aos critérios humanos normais – quantidade ou qualidade –, a intervenção de Deus a favor de Israel não era ditada por números (7:7) nem pelo desempenho natural do povo (v. 6). “Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o SENHOR, teu Deus, te dá esta boa terra para possuí-la”, lembra Moisés. Menos ainda que Israel, os filhos de Deus não têm justiça em si mesmos da qual possam falar. “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou” (Tito 3:5). E para que o povo não fosse tentado a atribuir a escolha de Deus a seus próprios méritos, eles são lembrados pelo seu líder do humilhante episódio do bezerro de ouro. Se continuamente temos de nos lembrar da fidelidade do Senhor (cap. 8), também nunca devemos esquecer o quão débil é o nosso coração (v. 7; Ezequiel 16:30).

Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus.” (1 João 4.2)

O estudo diligente da Palavra de Deus, e, assim, também da Palavra profética, é de suma importância para nossa vida interior. Pedro diz que devemos estar atentos até que “…a estrela da alva nasça em vossos corações”, e assim ele fala da vinda do Senhor. Mas a porta para a Palavra de Deus somente pode ser aberta com um estudo cuidadoso. As Sagradas Escrituras exigem pesquisa e esforço. Elas contém o selo de pureza divino. Quem tem a coragem de tratá-las com desdém ou desprezo? Quem despreza as Escrituras despreza a Deus, que mandou escrevê-las pela inspiração do Espírito Santo! Que o Senhor nos livre de nos afastarmos indiferentemente da Sua Palavra! Crescemos no muito estudo das Sagradas Escrituras e na quietude. A Bíblia está repleta de surpresas! Estou consciente de que é justamente a pressa de viver da nossa época que quer nos afastar do estudo da Palavra de Deus. Por isso insisto: estude as Escrituras, e assim o mistério da vitória de Jesus Cristo lhe será revelado em muito maior medida! Já Davi reconhecia a necessidade da pesquisa nas Escrituras, pois disse: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

E, se alguém lhe disser: Que feridas são essas nas tuas mãos?, dirá ele: São as feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos(Zacarias 13:6).

QUE FERIDAS SÃO ESSAS?

Com as palavras acima, o profeta Zacarias fala dos sofrimentos que os seres humanos infligiram ao nosso Salvador. Por amor ao Seu povo Israel e a toda a humanidade, o Senhor Jesus veio ao mundo como servo de Deus. Infelizmente esse amor foi respondido com ódio e crucificação.

“A salvação vem dos judeus”, declara João 4:22. Mas os próprios judeus rejeitaram o Messias, em quem se concentravam todas as esperanças deles, e assim rejeitaram Sua salvação. O coração perverso daquele povo não descansou enquanto não cravaram as mãos e os pés de Cristo na cruz.

O Salmo 69 nos revela alguns dos sofrimentos que o Senhor Jesus teve de suportar: “Aqueles que me aborrecem sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça” (v. 4). “Aqueles que se assentam à porta falam contra mim; sou a canção dos bebedores de bebida forte” (v. 12). “Afrontas me quebrantaram o coração, e estou fraquíssimo” (v. 20). Isso corresponde às feridas do corpo e da alma feitas por aqueles para quem Ele tinha sido enviado. Na cruz vemos a suprema demonstração do ilimitado amor do Senhor: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

Do ponto de vista da responsabilidade humana, o Senhor morreu como um mártir na cruz por amor à verdade. Porém, o outro lado de Sua morte, motivo de nossa eterna adoração, foi pela expiação de nossos pecados, através da qual Ele satisfez a justiça de Deus. “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades” (Isaías 53:5). Que benditas feridas!

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

NÃO julgueis, para que não sejais julgados.

Mateus 7:1-14

Os versículos 1 a 6 e o maravilhoso versículo 12 nos mostram os motivos que devem regular todas as nossas relações com os homens, com os nossos irmãos. Como resposta a esse problema, grandes pensadores de todas as civilizações têm lotado imensas bibliotecas com suas doutrinas sociais, políticas, morais… ou religiosas. Mas, para o Senhor, basta um pequeno versículo para expressar e conter Sua solução tão divinamente sábia, perfeita e definitiva. “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas” (ver Romanos 13:10). O dia-a-dia oferece-nos inúmeras oportunidades para praticar essa regra de ouro. Aprendamos, pois, a nos colocarmos sempre no lugar daqueles que nos rodeiam.

Os versículos 13 e 14 nos recordam que, se há dois senhores, também há dois caminhos, duas portas. A maioria dos homens está no caminho espaçoso. E isto apesar do terrível letreiro que indica: Este caminho “conduz para a perdição” (v. 13). Por outro lado, poucos são os que se encontram no caminho que conduz à vida (porque poucos são os que buscam – v. 7). “Estreita é a porta.” Somente abandonando a bagagem da justiça própria é que se pode passar por ela. Amigo leitor, em qual caminho você está seguindo?

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;

Mateus 6:19-34

O olho “bom” (ou simples, como dizem algumas traduções) é aquele que se fixa num único assunto. Para o crente, esse assunto, esse “tesouro”, é Cristo. As Escrituras dizem que nós O contemplamos com “o rosto descoberto” e essa visão ilumina todo o nosso interior (2 Coríntios 3:18 e 4:6-7). Nosso coração não pode estar ao mesmo tempo no céu e na Terra. Querer um tesouro celestial, e ao mesmo tempo, acumular riquezas para esse mundo são duas coisas absolutamente incompatíveis. Também é impossível servir a dois senhores (v. 24), pois as ordens recebidas seriam por vezes conflitantes. Mas não estaríamos expondo-nos a privações, correndo o risco de não ter o necessário para o tempo presente, caso renunciássemos às riquezas? O Senhor previne contra essa desculpa. “Não andeis ansiosos pela vossa vida” (v. 25). Abramos nossos olhos, como nos pede o Senhor Jesus. Observemos na criação os inumeráveis pequenos sinais da assistência e da bondade do Pai celestial: os pássaros, as flores… (Salmo 147:9).

Não, Deus nunca ficará em dívida com os que dão prioridade aos interesses dEle, aos que, como Maria, escolhem a boa parte (Lucas 10:42). O primeiro passo, porém, é assumir esta opção.