Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.” Salmo 103.1-2

12 de Junho

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.” Salmo 103.1-2

Louvor e ações de graças operam milagres, justamente quando interiormente você se sente como que encerrado numa prisão, quando tudo parece trancado e acorrentado; quando a Bíblia não mais fala ao seu coração e você mal consegue pronunciar o nome de Jesus. Paulo e Silas louvaram a Deus quando estavam na prisão com as costas ensangüentadas. E ao orarem e cantarem louvores a Deus naquela situação, Deus lhes abriu as portas da prisão e arrebentou todos os grilhões.

Comece você também a agradecer e a louvar, não importa o tipo de “prisão” em que você se encontre. Pois enquanto cantamos e louvamos ao Senhor, Ele abre as portas das nossas circunstâncias e dificuldades. Ele não resolve seu problema, mas liberta você do problema. E se a resposta à sua oração demorar, justamente então você deve louvá-lO! Quando passamos por provações, as ações de graças fortalecem a nossa fé. O louvor dos nossos lábios mostra que de fato há fé em nosso coração. Quando você reconhece isso, por meio do louvor e ações de graça você é introduzido no mistério de ser contínua e constantemente abastecido com poder e força.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Levantem-se, pois, agora, os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti… ninguém te salvará.

Sexta-feira 13 Junho

Levantem-se, pois, agora, os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti… ninguém te salvará.

(Isaías 47:13,15).

ASTROLOGIA, UMA AFRONTA A DEUS!

Ninguém pode deixar de perceber a ironia nessas palavras do profeta. Ele estava falando para Babilônia, capital da Caldéia. Na História antiga, essa cidade era o centro da astrologia, ciência oculta definida como “arte divinatória que consiste em determinar a influência dos astros no destino e no comportamento dos homens”*. Deus expressamente advertiu Seu povo para não se espantarem com “os sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações” (Jeremias 10:2). Essa advertência também é valida para hoje.

Há pouco tempo, li esse comentário jocoso sobre os que tentam ler os astros: “Os astros não mentem, mas os astrólogos sim.” Isso nos traz ao xis da questão. Será que posso confiar em alguém que afirma que meu destino está escrito na posição dos astros e planetas e que ao mesmo tempo despreza Deus e Sua Palavra? De quem os astrólogos receberam a autoridade para predizer o futuro? A resposta é simples: de Deus é que não foi. E quem não é enviado por Deus é um “falso profeta”. Aos olhos de Deus tais pessoas são idólatras.

Por meio de Isaías, Deus deu a Babilônia uma profecia de julgamento e, referindo-se aos seus astrólogos, disse sarcasticamente: “Levantem-se, pois, agora… os que contemplavam os astros… e salvem-te do que há de vir sobre ti.” Mas Ele também afirma enfaticamente: “Ninguém te salvará.” Aqui fica bem claro que no dia em que o julgamento de Deus vier sobre o mundo, ninguém poderá escapar de Seu veredito.

Não houve salvação para Babilônia naquele tempo. Hoje, contudo, todos podem escapar do julgamento que virá sobre a humanidade. Venha a Jesus Cristo! Somente nEle se pode obter ajuda e salvação.

*Dicionário Michaelis UOL.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende

Quinta-feira 12 Junho

Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende

(2 Coríntios 7:10).

O QUE A BÍBLIA QUER DIZER COM “ARREPENDIMENTO”?

O sentido bíblico de arrependimento não é como muitos imaginam impor rígidas punições sobre o penitente, nem sentimentos de tristeza ou remorso. O genuíno arrependimento no sentido bíblico envolve nossa mente, coração e vontade.

O entendimento conduz as pessoas ao reconhecimento de seus pecados. Dizer: “Todo mundo faz, então isso não pode ser tão mau”, de modo algum é justificativa para o pecado. Temos de concordar com a sentença de Deus sobre nossos atos, mesmo quando a maioria despreza Seus mandamentos. As pessoas podem ignorar Deus, mas isso não significa que Ele tenha baixado Seus justos padrões de julgamento.

O verdadeiro arrependimento se expressa na “tristeza segundo Deus”. Quando alguém está sinceramente determinado a mudar seu caminho, Deus pode trazer essa classe de tristeza. Não é somente um remorso ou uma decisão do tipo “nunca mais vou fazer isso”. A tristeza segundo Deus é um sinal de temor do Senhor no coração de uma pessoa, pois ela admitiu o veredito de Deus sobre os próprios pecados dela. É a percepção de que os próprios pecados são uma afronta a Deus.

O núcleo do problema envolve uma sincera decisão de se voltar para Deus, ver os próprios pecados como Ele vê e aceitar o que Ele oferece. Para entender melhor, leia a parábola do filho pródigo em Lucas 15:10-24. Quando o jovem se viu em meio aos porcos, percebeu o que tinha feito de errado e decidiu voltar para a casa do pai, confessar os pecados que cometera e pedir perdão. Ele decidiu e colocou em prática sua decisão! A parábola é um maravilhoso exemplo do tipo de arrependimento que Deus deseja.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Eu próprio, meus irmãos, certo estou, a respeito de vós, que vós mesmos estais cheios de bondade, cheios de todo o conhecimento, podendo admoestar-vos uns aos outros.

Romanos 15:14-33

O apóstolo tem a melhor das impressões dos cristãos de Roma (v. 14). Admitir o bem em nossos irmãos é ter confiança que Cristo está neles. É também estimulá-los a manter-se neste nível.

Com comovedora humildade, Paulo reconhece que eles eram capazes de exortar-se mutuamente, não precisando das exortações do apóstolo (v. 14). Ele tampouco escreve como se eles tivessem de sentir-se honrados com sua presença, mas, ao contrário, é Paulo que quer desfrutar da presença deles (v. 24). Finalmente, o grande apóstolo diz aos irmãos de Roma que ele necessita de suas orações (v. 30).

Impulsionado por seu zelo pelo Evangelho, Paulo a muito desejava ir a Roma; nos versículos 20 a 22, ele explica a razão de sua demora em visitar os crentes daquela cidade: “Esforçando-me deste modo por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio; antes, como está escrito: Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele, e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito. Essa foi a razão por que também muitas vezes me senti impedido de visitar-vos”. Seu desejo, expresso no versículo 32 (“e possa recrear-me convosco”), foi cumprido, pois o autor de Atos dos apóstolos escreveu: “Vendo-os Paulo, e dando por isso graças a Deus, sentiu-se mais animado” (Atos 28:15).

Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros.

Romanos 14:19-23; 15:1-13

Esses versículos continuam com o tema de nosso relacionamento com outros crentes. Além da advertência de não escandalizá-los, encontramos outras recomendações positivas:

(1) Seguir as cousas da paz e da edificação mútua (v. 19). As críticas, pois, tendem a produzir resultado inverso.

(2)Amparar, especialmente em oração, as imperfeições dos fracos (isso não significa de maneira alguma ser conivente com os pecados) recordando que nós mesmos também temos grande necessidade de ser amparados por nossos irmãos devido às nossas próprias fraquezas.

(3) Não buscar o que nos é agradável, mas o que será bom para o nosso próximo. Assim estaremos seguindo as pegadas do perfeito Exemplo (cap. 15:2-3). Jesus nunca fez nada para Si mesmo.

(4)Dedicar-se a cultivar um mesmo sentimento para que a comunhão na adoração não seja perturbada (vv. 5-6), e receber os outros com a mesma graça que Ele nos recebe (v. 7).

Notemos especialmente as expressões atribuídas no capítulo 15 ao “Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (v. 6). Ele é “o Deus de paciência e consolação” (v. 5), que nos dá essas coisas através da Sua Palavra (v. 4). Ele é também o “Deus da esperança” (v. 13) e quer que abundemos nela. Finalmente, o versículo 33 descreve-O como o Deus da paz que estará conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:20).

E DEU ordem ao que estava sobre a sua casa, dizendo: Enche de mantimento os sacos destes homens, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do seu saco.

Gênesis 44:1-17 (leia aqui)

A rede está se fechando em volta dos irmãos de José. Circunstâncias imprevisíveis — embora dirigidas por uma mão fiel — os obrigam a voltar pelo mesmo caminho e aparecer diante daquele que tudo conhece. Agora a consciência deles é afetada. “Que falaremos? E como nos justificaremos?” (v. 16). Que progresso, moralmente falando, eles haviam feito desde o momento quando fingiram ser “homens de retidão”! (42:11). Eis por que o livramento está próximo.

Com em toda a história de José, esses incidentes têm um propósito profético. Israel, temporariamente colocada de lado depois de rejeitar a Cristo, o verdadeiro José, será levada a reconhecer seu crime, e ver no Nazareno, a quem eles rejeitaram e crucificaram, Aquele a quem Deus fez tanto Senhor e Cristo (Atos 2:36), o Messias deles e ao mesmo tempo, o Filho do Homem que governará sobre todo o universo. Contudo, a fim de que esta obra na consciência deles aconteça, Israel, e especialmente a tribo de Judá, deve primeiro passar por um período de profunda provação, chamada de “a grande tribulação” (Apocalipse 7:14). A aflição dos irmãos de José, até a confissão de seu crime, nos fala da angústia que será a porção do povo judeu antes de reconhecerem e honrarem o seu Messias.

Vendo, pois, José a Benjamim com eles, disse ao que estava sobre a sua casa: Leva estes homens à casa, e mata reses, e prepara tudo; porque estes homens comerão comigo ao meio-dia.

Gênesis 43:16-34 (leia aqui)

Quão difícil deve ter sido para os irmãos de José colocar os seus próprios recursos de lado! Contudo, eles tiveram de aceitar o fato de que a dívida deles tinha sido paga. Podemos estar certos de que a conta do despenseiro da casa de José estava correta, já que ele lhes disse: “O vosso dinheiro me chegou a mim” (v. 23). O grande José tinha pessoalmente feito o pagamento por seus irmãos. Do mesmo modo Cristo arcou com todo o preço de nossa paz. O nosso débito foi pago completamente e só Ele conhece o significado disto. Contudo, enquanto o mal não tiver sido julgado e confessado, não podemos apreciar o gozo da comunhão. Uma refeição feita em conjunto com outras pessoas é figura desta comunhão, a qual encerra uma perfeita compreensão, um diálogo compartilhado por todos os participantes. Não é assim na mesa do Senhor, onde os crentes, todos juntos, lembram de Seus sofrimentos? Mas aqui, por causa do pecado que levanta uma barreira entre eles, José come “à parte” e seus irmãos também comem “à parte” (v. 32).

Quando ler esses capítulos, observe quantas vezes José chora: (42:24; 43:30; 45:2, 14; 46:29; 50:1, 17). É uma coisa maravilhosa o fato de ele não chorar na cova nem na prisão. Essas lágrimas são de amor. Elas nos fazem pensar nas lágrimas do Senhor Jesus (João 11:35; Lucas 19:41