Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus

03 de Junho

“Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus.” Romanos 15.5

Quando nos revestimos da paciência do Senhor, a Palavra de Deus escrita nos transmite a consolação que vem das Escrituras, para que através delas tenhamos uma esperança viva. Se permitirmos que a Palavra de Deus opere dessa maneira em nós, experimentaremos – como milagre da graça – a Palavra como sendo o próprio Senhor nos dando a verdadeira união uns com os outros. Quando lemos o versículo acima com atenção, constatamos que é Deus que nos dá esta “eterna consolação”. É comovente ver como o Senhor Jesus assegura aos Seus discípulos antes da Sua partida que Seu Pai lhes daria um “outro Consolador” quando Jesus não mais estivesse presente fisicamente. Esse “outro Consolador” é o Espírito Santo. Em conexão com essa promessa maravilhosa, Jesus aponta indiretamente, de maneira inversa, para o momento em que Ele virá a fim de nos arrebatar. Enquanto o “outro Consolador”, o Espírito Santo, ainda estiver sobre a terra, o Senhor não pode voltar. Mas assim que esse Consolador subir ao céu com a Igreja, o Senhor Jesus virá ao nosso encontro nos ares.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras

2 de Junho

“Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” 1 Tessalonicenses 4.18

Consolar o próximo é uma parte importante do discipulado de Jesus Cristo. É essencial compreender corretamente a expressão “Deus de toda consolação.” Porque em sua essência Deus é amor, Ele é o “Deus de toda consolação.” Sejam quais forem as suas tentações, desilusões, tristezas e enfermidades: Deus está disposto a consolá-lo e a vir em seu auxílio. A verdadeira consolação que podemos ministrar uns aos outros por meio da verdadeira comunhão com o Pai e com o Filho é aquela que expressamos quando testemunhamos: nosso Senhor vem em breve! Nossa consolação e nossa esperança é a real e iminente vinda do Senhor Jesus Cristo. Porque Deus é amor, e assim o “Deus de toda consolação”, nós O amamos, amamos “a sua vinda.” Por Seu amor em nós, estamos dispostos a renunciar a todas as coisas terrenas e a direcionar todo o nosso amor Àquele que está voltando: “…porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo.” Somente nesta realidade temos condições de ministrar a consolação e o amor de Deus a um mundo cheio de problemas. Sem demora, Jesus voltará “e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”, dos nossos olhos também.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular

Terça-feira 3 Junho

Se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular

(1 Coríntios 12:26-27).

A UNIDADE DO CORPO DE CRISTO

Todas as coisas têm algo que se vê e algo que não. Tomemos como exemplo os cristãos. O que se vê são grandes religiões ou denominações cristãs. As diversas estatísticas nos informam acerca do número dos batizados e membros de cada uma delas.

O que se vê não é a verdadeira fé, a convicção interior ou o vínculo que resulta disso entre o salvo e seu Senhor. Este vínculo invisível é espiritual. As Escrituras nos ensinam também que existem diversos vínculos espirituais entre os verdadeiros cristãos. Tão logo uma pessoa crê, ela recebe o Espírito Santo; une-se em primeiro lugar ao Senhor Jesus, e depois também com os irmãos do mundo inteiro. Juntos, formam a verdadeira Igreja, o corpo universal de Cristo.

Se a Igreja, do ponto de vista humano, parece estar dividida e dispersa, no entanto conserva uma harmoniosa unidade espiritual. Esta unidade se mostra primeiro pelo amor mútuo, que transcende a amizade natural entre pessoas que têm algo em comum. Se um sofre por sua fé, os demais também sofrem. Mais triste ainda é quando um cristão cede às pressões do mundo, e então os demais se entristecem e ficam enfraquecidos. “Pela fé, entendemos que… aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11:3). Isso também se aplica à Igreja de Deus.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri… e tu perdoaste a maldade do meu pecado

Segunda-feira 2 Junho

Confessei-te o meu pecado e a minha maldade não encobri… e tu perdoaste a maldade do meu pecado.

Purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões

(Salmo 32:5; 51:2-3).

UMA CONSCIÊNCIA PESADA

Durante um encontro de jovens cristãos, um adolescente de 19 anos de idade contou o seguinte:

“Quando eu tinha 14 anos, minha família passou o verão em uma pequena aldeia. Certo dia saí para passear com uns amigos e roubamos ovos de um galinheiro. Quando cheguei em casa, minha mãe imediatamente notou que algo estava acontecendo. Ela me conhecia bem e não demorou para descobrir a verdade. Depois de ter dado um sermão, ordenou que eu devolvesse os ovos e confessasse meus atos para o dono do galinheiro.

Com seis ovos na bolsa e temor no coração fui até a casa dele. O que você quer? – perguntou o homem com mau humor. Então confessei tudo. Mas antes que terminasse minha história, ele me agarrou e me deu uma sova como nunca tinha recebido na vida. Primeiro gritei: – Espere, espere! – porque estava com os seis ovos na bolsa. Porém como ele não parava, me calei, pois sabia que merecia. Por outro lado, me senti bem, por ter certeza de que aquele era um castigo justo pelo pecado que cometi e também porque assim o assunto estaria liquidado. Vocês me entendem?”

Os jovens que ouviam a história consentiram com a cabeça. Sim, eles entendiam porque uma consciência pesada causa incômodo. E quando esse incômodo é tirado, o alivio é enorme.

O narrador continuou: “Então vocês podem imaginar como me senti quando o Senhor Jesus me assegurou: ‘Teus pecados te são perdoados.’. Para mim está tudo resolvido, porque na cruz Jesus já recebeu o castigo que eu merecia.”

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Dir-me-ás então: Por que se queixa ele ainda? Porquanto, quem tem resistido à sua vontade

Romanos 9:19-33

Em sua ousada incredulidade, os homens se permitem julgar a Deus com base em seus próprios padrões. Alguns podem dizer: “Já que Deus só fará o que quiser, de que Ele poderá acusar-nos? Não importa o que se faça, se uma pessoa está predestinada, será salva, mais cedo ou mais tarde. E se ela não for eleita, nenhum esforço alterará o seu destino final”. Desse falso ponto de vista derivam muitas outras questões, tais como: “Ele não é injusto por ter escolhido uns e outros não? Conhecendo de antemão o destino dos perdidos, por que Ele os criou? Como um Deus bom pode condenar uma pessoa ao inferno?”. Este capítulo nos ensina que Deus não preparou nenhum vaso de desonra ou de ira (v. 21); pelo contrário, Ele os suportou – e ainda suporta – “com muita longanimidade”. São os próprios pecadores que,eles mesmos, se preparam incansavelmente para a perdição eterna.

Uma coisa é certa: Deus chamou vocês, todos vocês que têm em suas mãos a Palavra de Deus. Ele quer fazer de vocês vasos de misericórdia. Somente nosso desprezo pode impedir que Ele realize em nossa vida o Seu plano de amor (1 Timóteo 2:4).

EM Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo

Romanos 9:1-18

Os capítulos 1 a 8 nos lembram a história do filho pródigo : seu pecado havia abundado, mas a graça havia superabundado. Vestido com um manto de justiça, ele não se tornou um empregado na casa paterna, mas daquele momento em diante usufruiu um relacionamento livre e pleno com seu pai (Lucas 15:11-32).

Do capítulo 9 até o 11, o assunto será tipificado pelo filho mais velho, ou seja, o povo judeu, com seus privilégios naturais e também com sua inveja. Tal qual o pai naquela parábola, o apóstolo deseja que Israel entenda o que é a graça soberana. Ela não está ligada às vantagens hereditárias. Todos os descendentes de Abraão não eram filhos da promessa. O profano Esaú, por exemplo, apesar de ser irmão gêmeo de Jacó, não pôde herdar a sua parte da bênção. Deus pronunciou a respeito dele a terrível sentença: “Porém me aborreci de Esaú” (v. 13). Será que Seu amor acabou antes de todos os outros recursos? Basta pensar nas lágrimas de Jesus sobre a Jerusalém corrompida (Lucas 19:41), dor que encontra eco pungente nas palavras do apóstolo dos versículos 2 e 3. Reafirmamos: não são os direitos de nascimento que asseguram a salvação pela graça. E isto é endereçado especialmente a vocês, filhos de pais cristãos.

Então falou-lhe conforme as mesmas palavras, dizendo: Veio a mim o servo hebreu, que nos trouxeste, para escarnecer de mim

Gênesis 39:17-23; 40:1-8 (leia aqui)

Uma vez mais José é o alvo de uma terrível injustiça. Com base em um falso testemunho, ele é condenado e trancado no cárcere junto com outros prisioneiros do rei. Salmo 105:18 descreve seu sofrimento físico e moral: “Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros”. E, uma vez mais, esses sofrimentos anunciavam os do Salvador. Lançaram as mãos em Jesus (Marcos 14:46), muitas falsas testemunhas foram apresentadas contra Ele (Mateus 26:59-60), “com os malfeitores foi contado” (Marcos 15:28), Ele que “nenhum mal fez” (Lucas 23:41).

A prisão estava repleta de prisioneiros culpados. Quão comovente é ver José no meio deles, não considerando a si mesmo superior por ser inocente, nem se revoltando de alguma maneira, tampouco se desencorajando, e ainda não deixando de servir! Tudo isso só pode conduzir os nossos pensamentos ao Homem perfeito, que veio tomar parte em nossa condição miserável e sem esperança, com a finalidade de nos servir em amor. Ele “andou fazendo o bem”, como diz Pedro (Atos 10:38), e acrescenta: “porque Deus era com ele“. Este também foi, no caso de José, o seu consolo e o segredo de sua prosperidade, tanto na prisão como quando esteve com Potifar (39:3,21,23). Que nós também possamos, sempre e em todo lugar, desfrutar desta feliz experiência!