Filhinhos, já é a última hora

20 de Abril

“Filhinhos, já é a última hora.” (1 João 2.18)

 A última hora: Isto é, o momento da segunda vinda de Cristo.O anticristo: Palavra derivada do grego, que significa alguém que se opõe a Cristo ou que usurpa o seu lugar. Refere-se especialmente a um personagem que há de vir antes da hora final. O autor da epístola, contudo, diz que haverá muitos que irão se opor a Cristo e os identifica com os que, por suas doutrinas e práticas, se separaram dos outros crentes (ver 2.22, n.). Outros conceitos relacionados com o anticristo se encontram em Mt 24.23-25 e Mc 13.21-23, assim como em 2Ts 2.3-12 e em Ap 13; 16.12-16; 17; 19.19-21, se bem que o próprio termo só aparece em 1 e 2Jo.

É muito preocupante que nós como Igreja de Jesus não notemos claramente em que época difícil estamos vivendo, ou seja, que nos encontramos na última hora! Por que não nos comportamos mais de acordo com essa realidade? Resposta: porque as tentações do engano e as tentativas de nos fazer adormecer são mais fortes por parte do inimigo nessa última hora. Dentro desse contexto, a Palavra do Senhor Jesus é colocada energicamente diante dos nossos olhos: “O que, porém, vos digo, digo a todos: Vigiai!” Irmãos, de fato é a última hora! Com isso está diante da porta o tempo do qual diz a Palavra profética: “…haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo.” O homem “sobre-humano”, Satanás encarnado, abre seu caminho com esforço tão violento que quase pode-se senti-lo fisicamente. A hora da tentação que vem sobre esta terra antes do começo da Grande Tribulação já começou. Por isso, peço a todos os que lêem estas linhas, que fervorosa e decididamente digam não a qualquer compromisso com o espírito do mundo. O Senhor quer conduzir a cada um de nós incontaminados através desta tentação, pois vamos ao encontro do mais glorioso, que é Jesus! Nós haveremos de vê-lO assim como Ele é. “E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

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Porque em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão, tem valor algum, mas a fé que atua pelo amor

19 de Abril

“Porque em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão, tem valor algum, mas a fé que atua pelo amor.” (Gálatas 5.6)

Em um primeiro momento, devemos reconhecer que a provação da nossa fé é de vital importância, porque o próprio Deus prova nosso coração. Davi diz no fim da sua vida: “Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações, e que da sinceridade te agradas.” E no que diz respeito ao futuro, a grande prova ainda está por vir, quando deveremos comparecer diante da Sua face. Se você hoje examina sua fé de verdade, e com sinceridade e espanto você nota que lhe falta tudo, que lhe falta poder, vitória, alegria, frutos espirituais, e você têm de concluir que sua fé não tem resultados, que ela não é uma fé ativa, então permita-me agora dizer com base na Palavra de Deus que a verdadeira essência da sua fé nem existe. Que essência? O amor! “Todos os vossos atos sejam feitos com amor.” Só uma fé assim tem valor diante de Deus. Quando Paulo fez a advertência de que todo o nosso agir deve ser impulsionado pelo amor, ele sabia que uma fé grande só pode ser uma fé ativa e frutífera quando o nosso primeiro amor a Jesus nos leva a fazer as coisas. Sua fé é ativa por meio do amor a Jesus Cristo, ou você tem uma fé morta?

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis

Domingo 20 Abril

Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis

(2 Coríntios 8:9).

POBRE E SÁBIO

No livro de Eclesiastes lemos um breve relato sobre um homem pobre e sábio que, graças à sua sabedoria, libertou uma pequena cidade sitiada por um grande rei (cap. 9:13-15). O fim da história é triste, já que “ninguém se lembrava daquele pobre homem”.

No livro de Provérbios, capítulo 8, o mesmo autor, Salomão, fala da sabedoria personificada, ou seja, o Filho de Deus. É possível discernir nesse pobre e sábio homem o próprio Senhor Jesus.

O Sábio por excelência se empobreceu ao descer do céu para a terra. O apóstolo Paulo diz que Jesus “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7).

O Criador do céu e da terra, possuidor de todas as riquezas do universo, veio como homem e viveu em pobreza, ao ponto das mulheres que O seguiam usarem seus bens para sustentá-Lo (Lucas 8:3). “Veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5:9).

O inimigo (o ‘grande rei’ do relato) que “sitiou” a humanidade é Satanás, mentiroso e homicida, vencido por Cristo na cruz. A vitória conquistada por Jesus pode livrar do poder do diabo, do pecado e da morte todos os que confiam nEle. Agora o Senhor, o homem pobre e sábio, havendo libertado os que nEle crêem, espera que se lembrem dEle.

“Lembra-te de que Jesus Cristo, que é da descendência de Davi, ressuscitou dos mortos, segundo o meu evangelho” (2 Timóteo 2:8).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Mas, sempre que a nuvem se alçava sobre a tenda, os filhos de Israel após ela partiam; e, no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel assentavam o seu arraial

Sábado 19 Abril

Mas, sempre que a nuvem se alçava sobre a tenda, os filhos de Israel após ela partiam; e, no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel assentavam o seu arraial

(Números 9:17).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE NÚMEROS (Leia Números 9:15-23 e 10:1-10)

Israel não decidia nada sobre a distância percorrida durante sua jornada no deserto. Cada partida e cada parada aconteciam “segundo o mandado do SENHOR”. A nuvem se movia? Eles tinham de partir, mesmo que tivessem acabado de chegar, mesmo que estivessem em um lugar agradável. A nuvem descansava sobre o tabernáculo? Eles tinham de montar suas tendas sem avançar nenhum passo. Eles poderiam fazer isso sem a direção divina por um só dia que fosse? Absolutamente não! Ela era igualmente indispensável para muitos ou poucos dias, para montar ou desmontar acampamento, de dia ou de noite. Isto é um claro símbolo da contínua dependência que convém ao redimido do Senhor e a qual Ele mesmo demonstrou perfeitamente.

Quando a vontade do Senhor era revelada, as trombetas de prata dos sacerdotes davam o sinal para os vários movimentos do povo. Elas soavam para reunir a assembléia (vv. 3-4), para prosseguir (vv. 5-6), para convocar à guerra (v. 9) e para os dias de alegria (v. 10). Essas trombetas nos falam do testemunho de Deus, rendido na assembléia pelos santos, no andar, nos conflitos e na adoração deles. Em meio a um mundo hostil, o desafio é “Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor” (2 Timóteo 1:8).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

E CHEGOU a Derbe e Listra. E eis que estava ali um certo discípulo por nome Timóteo, filho de uma judia que era crente, mas de pai grego;

Atos 16:1-15

Paulo está novamente em Derbe e Listra, onde, por ocasião de sua primeira visita, tinham-se formado algumas igrejas. Aqui nos é apresentado o jovem Timóteo, cujo nome significa “honrado por Deus”. Ele havia sido instruído no conhecimento das Sagradas Escrituras por uma mãe e uma avó piedosas (2 Timóteo 1:5 e 3:15). Essa foi uma boa preparação para o serviço que daqui em diante ele haveria de cumprir juntamente com o apóstolo, ‘como um filho servindo ao pai’ (Filipenses 2:22).

A partir do versículo 10, a formulação da sentença com “nós” (oculto) revela que o escritor desse livro, Lucas, passou a estar com eles também (com Paulo e Silas). Olhando o mapa, percebe-se que primeiro quiseram ir para a esquerda, para a província da Ásia (a região de Éfeso), depois para a direita, até a Bitínia. Mas o apóstolo e seus companheiros foram chamados pelo Espírito a seguir rumo reto, à frente, para a Macedônia, do outro lado do mar Egeu. Ao servo obediente convém cuidar-se para não forçar portas fechadas, ao contrário, deve esperar por orientação de cima.

Assim, Filipos é a primeira cidade da Europa a ouvir o evangelho, e a primeira conversão mencionada é a de Lídia. O Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta à mensagem. Peçamos ao Senhor que também abra o nosso coração e nos guarde de todas as distrações cada vez que ouvirmos a Sua Palavra.

Então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, com toda a igreja, eleger homens dentre eles e enviá-los com Paulo e Barnabé a Antioquia, a saber: Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens distintos entre os irmãos.

Atos 15:22-41

Os apóstolos e os anciãos, que se reuniram em Jerusalém, ocuparam-se cuidadosamente da questão que lhes foi apresentada. Toda a assembléia está de acordo com as conclusões de Tiago (vv. 22, 25). E a carta enviada por intermédio de Judas e Silas fortalece e conforta os irmãos de Antioquia que estavam transtornados (v. 24). Além disso, a visita dos dois servos de Deus contribui muito para a edificação da igreja (v. 32). Por fim, os esforços do Inimigo para turbar e provocar divisões terminam produzindo o efeito oposto (Provérbios 11:18). A fé dos discípulos é fortalecida e os vínculos de comunhão entre as igrejas são estreitados. Uma vez mais, o maligno foi frustrado em sua obra.

Removidas todas as dificuldades, a obra do Senhor pode ser retomada. A preocupação pelas igrejas constituídas durante sua primeira viagem leva Paulo a empreender uma segunda viagem “para ver como passam” espiritualmente (2 Coríntios 11:28). Mas desta vez, Barnabé não o acompanha. O motivo é uma discordância sobre Marcos, o primo de Barnabé. Mais tarde o apóstolo retomará sua confiança em Marcos, e este lhe será “útil para o ministério” (Colossenses 4:10; 2 Timóteo 4:11).

ORA, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.

Gênesis 11:27-3212:1-8

Nos dias que seguem ao dilúvio, a idolatria aumenta em medida assustadora (leia Josué 24:2). Porém desta vez Deus deixa o mal seguir o seu curso, Ele chama um homem para que se separe daquilo tudo. “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu… e partiu sem saber aonde ia” (Hebreus 11:8). “Abraão partiu de olhos fechados, mas o Deus de glória estava conduzindo-o pela mão” (J.G.B. – veja também Atos 7:2). A ordem de Deus, acompanhada de uma sétupla promessa (vv. 2-3), é suficiente para fazê-lo partir. A obediência é algo contrário ao nosso instinto natural, mesmo quando sabemos a razão daquilo que nos está sendo requerido. Mas para obedecer sem a devida compreensão, partir sem saber qual é o seu destino, é preciso ter fé; noutras palavras: confiança absoluta nAquele que dá a ordem. Nas Escrituras, Abraão é o exemplo da fé. O que caracteriza a fé é a renúncia a coisas que se vêem, em troca de coisas que se não vêem (2 Coríntios 4:18). Em contraste com aqueles que edificaram cidades terrenas (Caim, os homens de Babel etc.), Abraão eleva seus olhares à cidade celestial, “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10). Esta expectativa faz dele um peregrino na terra. De agora em diante ele só teria sua tenda e seu altar (v. 8), marcas de peregrino e adorador. Esse é o duplo caráter que caracteriza os homens de fé em todos as épocas.