Eles dizem: O SENHOR deixou a terra, o SENHOR não vê.

Quinta-feira 10 Abril

Eles dizem: O SENHOR deixou a terra, o SENHOR não vê.

Confiai nele… em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio

(Ezequiel 9:9; Salmo 62:8).

DEUS É INDIFERENTE?

É comum ouvirmos: “Se Deus é realmente bom e poderoso como vocês falam, por que há tanto sofrimento, violência e desordem moral no mundo?”

Por quê? Porque Deus respeita a liberdade humana. Porém o homem usou essa liberdade, primeiro, para desobedecer e, depois, para crucificar Seu Filho, Jesus, o Príncipe da paz, colocando-se debaixo das ordens de Satanás, chamado de o príncipe deste mundo.

Deus permanece indiferente? Ainda hoje Ele chama todos os seres humanos para que se arrependam e procurem o Senhor Jesus. Deus convida, mas não obriga.

No entanto, Seus planos se cumprirão; Sua grande paciência logo se esgotará e todos verão Sua onipotência, seja para libertar os seus ou para julgar os que O rejeitaram.

A criação é uma prova de Seu poder. A cruz é uma prova de Seu amor. Por isso, a certeza de que Deus pode tudo dá uma reconfortante confiança para o verdadeiro cristão, porque sabe que essa onipotência divina está mesclada com Seu infinito amor.

O salvo em Cristo pode confiar tranquilamente em Deus e Lhe contar o que o preocupa e assusta. Sabe que o Senhor pode resolver todos os problemas, grandes ou pequenos, e que o fará se é para o bem de Seu redimido.

“Pela manhã, ouvirás a minha voz, ó SENHOR; pela manhã, me apresentarei a ti, e vigiarei. Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniqüidade, nem contigo habitará o mal” (Salmo 5:3-4).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou.

Atos 10:25-48

Deus recorre a diferentes meios para fazer as pessoas conhecê-LO. A conversão do etíope (cap. 8), a de Saulo (cap. 9) e a de Cornélio (cap. 10) foram bem distintas. Aliás, reconhecemos nesses três homens as três linhagens descendentes de Noé – toda a humanidade (Gênesis 10): Cam (as raças africanas e asiáticas); Sem (Israel e certos povos orientais); e Jafé (as nações do Norte e do Ocidente). “Por meio de Seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados”: tal é doravante a mensagem universal dirigida a “toda tribo, língua, povo e nação” (v. 43; Apocalipse 5:9). Na pessoa de Cornélio, os que “estavam longe” agora ouvem o “evangelho da paz por meio de Jesus Cristo” (v. 36; cap. 2:39; Efésios 2:17).

Que visitas realmente gloriosas para esta casa outrora pagã: primeiro, um anjo (v. 3); depois, Pedro e os irmãos, que o acompanham trazendo a mensagem do evangelho; e, finalmente e sobretudo, o Espírito Santo, que veio para selar esses novos convertidos, dando testemunho de sua fé e de sua qualidade de filhos de Deus. Seria possível não reconhecer neste sinal tão claro – nesta manifestação pública – a vontade da graça de Deus? À vista dessas coisas, não resta a Pedro senão confirmá-la com o batismo cristão (v. 48).

E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu, e deu à luz a Enoque; e ele edificou uma cidade, e chamou o nome da cidade conforme o nome de seu filho Enoque;

Gênesis 5:1-20 (leia aqui)

Depois da decadência da linhagem de Caim, é como se Deus começasse a história do homem novamente (vv. 1-2). Temos aqui uma série de nomes que vem a formar, através dos séculos, aquilo que é chamado de “a linhagem dourada da fé”; esta que por fim leva até ao Messias, “a descendência da mulher” prometida após a queda. Esta família não se destaca por muita atividade, como no caso da família de Caim. A vida de um homem de Deus nesta terra quase nunca deixa rastro. Ele não contribui muito para o progresso do mundo e a história não tem muita coisa que dizer sobre ele. Nasce, vive, tem filhos e morre. Sim, a morte está presente neste cenário, é a conseqüência do pecado; e o breve resumo de uma longa vida de cada um desses patriarcas termina com as inexoráveis palavras: “e morreu”. Satanás, o mentiroso, afirmou: “É certo que não morrereis” (3:4), mas Deus tinha afirmado: “Ao pó tornarás” (3:19). O capítulo 5 nos dá uma solene confirmação deste fato. Ainda assim, Adão e seus primeiros descendentes terrenos atingiram grandes idades. Deus permitiu que isto fosse assim antes da existência das Escrituras, para que a verdade fosse transmitida oralmente através do menor número de intermediários possível. Mal houve sete intermediários entre Adão e Moisés.

Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.”

10 de Abril

“…Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.” (2 Coríntios 2.11)

Repare nas pequenas marcas que o inimigo deixa em sua vida, nas minúsculas pegadas que, às vezes, se acham no seu caminho. São as pegadas das pequenas raposinhas que destroem os vinhedos. Apanhe-as! O passar desatento pelas marcas do inimigo pode ter conseqüências desastrosas em sua vida de fé. Por isso, não evite o confronto vitorioso com o inimigo. Jesus é vencedor! O que diz Jesus na parábola do joio no meio do trigo? Como resposta à pergunta do servo sobre a origem do joio, Ele diz: “Um inimigo fez isso.” De repente, você nota que dentro de sua igreja, em sua própria família o joio cresceu junto com o trigo. Essa é a obra do inimigo, essas são as pegadas dele. Ele age em toda parte. Mas, por favor, permaneça em Jesus. Na verdade, estamos no mundo, mas não somos do mundo. Na verdade, estamos rodeados de poderes demoníacos, mas esses poderes não nos atingem enquanto o Senhor permanecer em nós e nós permanecermos nEle. Então Ele, o Vencedor, opera em você e por meio de você. Dessa maneira você não apenas terá condições de reconhecer o inimigo, mas também poderá resistir-lhe vitoriosamente, tornando-o impotente e vencendo sobre todas as raposinhas que infestam o seu caminho.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)