Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.

Terça-feira 8 Abril

Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.

Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?

(Jó 38:4; Provérbios 30:4).

O SELO DO CRIADOR

Não vemos em todas as partes os sinais evidentes de um poder e inteligência superiores que formaram o universo com um fim específico? Ou você pensa que tudo o que existe é fruto do acaso? Então o acaso é Deus.

No céu vemos massas luminosas, as quais se acham a grandes distâncias da Terra. Quem as fez e as mantém no curso? Estes astros estão sujeitos a leis precisas que regulam seus movimentos, leis que o homem descobriu, de maneira que pode indicar em qualquer momento a posição dos planetas e assinalar com precisão a manifestação de algum fenômeno. Quem estabeleceu tais leis? Quem produziu a luz que emana de todos os corpos que brilham no céu? Foi o acaso? Isso aconteceu por si mesmo? Se alguém afirmasse que uma locomotiva se auto fabricou, sem os cálculos e desenhos de um engenheiro, sem a intervenção de trabalhadores que forjaram o aço, as chapas, e colocado todas as peças no lugar, certamente riríamos de tal pessoa. No entanto, quando se trata do universo e da criação fazem a mesma afirmação, revestida de “caráter científico”, e ninguém ri disso.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.

Domingo 6 Abril

Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.

Na verdade, este homem era justo.

Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino

(Marcos 15:39; Lucas 23:41 e 42).

SENTENÇAS INJUSTAS

Em 1997, o Parlamento Federal da Alemanha aprovou uma lei que revogava 500 mil juízos injustos do nacional-socialismo, juízos ditados por razões políticas, militares, racistas, religiosas ou ideológicas. Porém, o que dizer da sentença mais injusta da história humana? A condenação do Senhor Jesus à morte de cruz. Listaremos somente algumas particularidades daquela injustiça:

O Senhor era perfeito e sem pecado, as falsas acusações das testemunhas subornadas não condiziam.

Os juízes judeus atuavam com parcialidade e eram motivados por inveja. Embora Jesus tenha demonstrado mediante Suas obras e palavras que era o Filho de Deus, eles O rejeitaram.

Pilatos, governador romano, se viu obrigado a confessar que Jesus era inocente; contudo, O condenou.

Essa foi a resposta dos homens ao amor do Filho de Deus. Esse julgamento injusto não deveria ter sido anulado? Mas a que instância apelar? Essa sentença será abolida publicamente quando Jesus Cristo vier em seu reino com poder e glória. Mas agora cada ser humano pode rejeitar essa injustiça. O centurião romano fez isso quando reconheceu que verdadeiramente Jesus era o Filho de Deus, e um dos ladrões na cruz também, ao confiar em Cristo como seu Salvador e Senhor.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

Segunda-feira 7 Abril

Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia

(Salmo 139:14 e 16).

PENSO, LOGO EXISTO

Essa célebre frase do filósofo René Descartes nos convida a refletir sobre nossas origens e razão de nossa existência.

“Em mim, há um ser que pensa, raciocina, reflete, tem memória, quer e não quer. Qual é a origem do homem, este ser maravilhosamente composto de corpo, alma e espírito; esse organismo cujas partes têm sua determinada função, que cresce e se desenvolve? Quem concebeu órgãos tão delicados e apropriados para o que devem cumprir? De onde vem a alma com suas múltiplas faculdades? De onde vem o espírito que analisa a si mesmo? De onde vem a razão que os homens usam e da qual os incrédulos abusam? Finalmente, de onde vem esse ser interior que pensa no infinito e por maior que se imagine o espaço, por mais longo que conceba o tempo, se sinta obrigado a dizer: Há algo mais que não sou capaz de entender?”

A natureza tem suas leis segundo as quais o homem provém do homem, o animal provém do animal, o vegetal provém do vegetal; porém, quem estabeleceu tais leis? A casualidade, essa causa cega, como os incrédulos a sustentam? “Disse o néscio no seu coração: Não há Deus” (Salmo 53:1). Para o cristão, todas essas perguntas têm uma só resposta: “O Criador fez tudo isso.”

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

E logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus.

Atos 9:20-43

Tão logo se converteu, Saulo começou a pregar o nome dAquele que tanto havia combatido (v. 20). No entanto, muitos anos ainda seriam necessários para prepará-lo para o ministério ao qual tinha sido chamado (v. 15). Jovens amigos crentes: não esperem até terem um grande conhecimento para anunciar o Senhor aos outros. Mas também não pensem que, uma vez salvos, vocês já estão habilitados para todo tipo de ministério. Paulo precisou primeiro de um período reservado na Arábia (Gálatas 1:17) e depois outro retiro em Tarso (Atos 9:30 e 11:25) antes que fosse enviado, junto com Barnabé, a anunciar o evangelho às nações. Somente catorze anos após sua conversão os outros apóstolos lhe estenderam “a destra de comunhão” (Gálatas 2:9) para a obra entre os gentios.

As igrejas daquele período inicial tinham quatro belas marcas características: a paz, a edificação, um santo temor e o crescimento operado pelo Espírito Santo (v. 31). O Espírito Santo está conosco ainda hoje para que possamos experimentar e mostrar essas quatro características.

O capítulo termina com a cura de Enéias e a ressurreição de Dorcas: dois milagres operados por Pedro, que vêm a ser o canal para levar muitas almas ao Senhor Jesus e fazer os discípulos gozar o conforto do Espírito Santo.

E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para o lado do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta.

Atos 8:26-40

Filipe acabara de ser o instrumento de uma grande obra em Samaria. Quão grande deve ser sua surpresa ao receber agora a ordem de deixar o seu campo de trabalho e dirigir-se a um caminho deserto! Certamente é um lugar estranho para pregar o Evangelho! Contudo, ele obedece sem discutir. E eis que passa o carro de um alto oficial africano que fizera uma longa viagem para adorar em Jerusalém. Mas como esse homem poderia ter encontrado a Deus nessa cidade onde rechaçaram o Seu Filho? No entanto, de lá ele traz um tesouro infinitamente mais valioso do que o de sua rainha (v. 27): uma porção das Sagradas Escrituras. E Deus o conduziu em sua leitura até o coração do livro de Isaías, ou seja, o capítulo 53. Veja que o Senhor havia preparado tudo para o seu servo. Por intermédio dele, o etíope aprende a conhecer o Senhor Jesus. Ele pôde ser batizado e agora segue o seu caminho “cheio de júbilo” para – gostaríamos de supor – ser um mensageiro da graça em seu país distante.

Os evangelistas não são apenas os que pregam para grandes multidões. Quanto a nós, comecemos por ser obedientes, em especial no que concerne a nossas mudanças de caminho – por exemplo: o endereço ou o emprego. Então o Senhor também nos permitirá, no momento apropriado, deparar com alguém a quem possamos anunciar Jesus.

E SAULO, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote.

Atos 9:1-19

Atos 8:3 mencionava um jovem, Saulo, como sendo um grande adversário dos cristãos. De acordo com suas próprias palavras, era “blasfemo, e perseguidor, e opressor”, em resumo, o principal dos pecadores (1 Timóteo 1:13-15). Já não lhe bastava torturar os cristãos de Jerusalém: em seu furor e fanatismo iria persegui-los até mesmo nas cidades estrangeiras onde o evangelho estava chegando (26:11). Porém, o poder de Deus arrancaria de Satanás um de seus melhores instrumentos para colocá-lo a Seu serviço. Aqui está ele, dirigindo-se para Damasco, com uma procuração do sumo sacerdote em mãos, e um implacável ódio no coração contra os seguidores do Senhor. Mas no caminho, por volta do meio-dia, ele repentinamente é cegado por uma luz resplandecente e cai em terra. Imaginemos o choque de Saulo ao perceber que do alto de Sua glória lhe falava agora Jesus, a quem ele perseguia na pessoa dos discípulos. Sim, pois o Senhor Se identifica com Seus amados redimidos; eles são parte dEle mesmo.

Saulo é conduzido a Damasco, em meio a uma profunda obra que estava sendo operada em sua alma. O Senhor encarrega Ananias de visitar o novo convertido para abrir-lhe os olhos e batizá-lo.

E CONHECEU Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um homem.

Gênesis 4:1-16 (leia aqui)

Desde os primórdios da humanidade, duas linhagens vêm-se evidenciando. Caim, o primeiro homem nascido nesta terra, é o antecessor de todos que são justos aos seus próprios olhos. Satisfeito consigo mesmo e com seus feitos, sem ter consciência do pecado e suas conseqüências, ele aparece diante de Deus com o resultado de seu próprio trabalho, fruto de uma terra amaldiçoada. Como Deus poderia ter prazer nisto? Abel, o segundo homem, é o antecessor da linhagem da fé. Ele inaugura a lista das menções honrosas de Hebreus 11. O seu sacrifício é “mais excelente” que o de Caim, porque está em consonância com os pensamentos de Deus.

Depois do pecado do homem contra Deus (Gênesis 3), temos aqui o pecado do homem contra seu semelhante. Caim matou seu irmão. E a Palavra, que discerne os pensamentos e propósitos do coração, nos revela o motivo: a inveja. “Por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 João 3:12). Quando mais tarde o Senhor Jesus veio à terra, os judeus O mataram com a mesma motivação. A perfeição de Cristo coloca em evidência as obras malignas dos judeus. Eles derramaram o sangue do verdadeiramente Justo, e o castigo dos judeus hoje é o mesmo que Caim obteve: eles foram dispersos por todo o mundo e são perseguidos na terra.