Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.”

10 de Dezembro

“Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.” Lamentações 3.39

Existe uma linha muito tênue que separa o lamento por um sofrimento pelo qual estamos passando, e uma queixa que passa a ser pecado. É uma infelicidade nós, como crentes, nos queixarmos quando algo ruim nos acontece. Assim passamos do lamento à queixa. Com nosso queixume negamos claras afirmações das Escrituras, como, por exemplo, Romanos 8.28: “…sabemos que todas as cousas cooperam para o bem…” Ou 2 Coríntios 4.17: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação…” Se você parar para pensar nas coisas boas que o Senhor lhe deu e nas bênçãos que resultam das aparentes “catástrofes”, o louvor ao Senhor fluirá de seus lábios. Pedimos ao Senhor que fluam rios de água viva de nossas vidas, mas ao mesmo tempo não estamos dispostos a aceitar que o leito do rio seja escavado larga e profundamente! A situação difícil em que você talvez se encontre neste momento trará gloriosas correntes de bênção se você começar a agradecer ao Senhor imediatamente. Se você passa por um período de profundo abatimento, sem dúvida está diante de um alargamento de fronteiras em sua vida espiritual. Por isso, aprenda a praticar o que dizem as Santas Escrituras: “…dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.” Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

 

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