Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo, Dizendo: Certamente, abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei. E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa. Porque os homens certamente juram por alguém superior a eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda a contenda. Por isso, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento; Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta; A qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até ao interior do véu, Onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

PODER DA PROMESSA DE DEUS

Leia:

Hebreus 6:13-20

fonte


 

Em 1988, um terrível terremoto abalou a Armênia. Milhares de pessoas morreram. Numa pequena cidade, um pai correu para a escola do filho logo em seguida ao terremoto, mas o prédio havia desabado. Ele prometera ao filho: “Não importa o que aconteça, estarei ao seu lado quando você precisar”. Agora não havia esperanças, mas ele começou a retirar o entulho. Alguns diziam que era perda de tempo, mas ele continuou a trabalhar. Depois de trinta e oito horas cavando, já exausto, ele ouviu um grito sob os escombros. Era a voz do seu filho! Ao encontrar o filho, ele encontou a primeira das treze crianças que haviam sobrevivido ao terremoto. Quando a escola desmoronou, eles foram protegidos por um vão que se formou com os escombros. Esta história virou notícia em toda a Armênia. Mas na Bíblia, encontramos uma história ainda mais incrível sobre como Deus cumpriu sua promessa de nos salvar, através de Jesus Cristo. Em Jesus, nosso Pai Celestial manteve sua promessa! A promessa de Deus de nos salvar não muda, e nossa força diária deve estar enraizada nessa promessa. A Bíblia compara a esperança na promessa de Deus a uma âncora. Nem mesmo as terríveis tempestades que caem sobre a nossa vida não podem nos amedrontar.


Pense:
Deus, o Pai,jamais desiste de seus filhos.

Ore:
Pai amado, graças te damos por teu grande amor com que nos buscaste quando estávamos perdidos, soterrados nos escombros do pecado e nas trevas da ignorância, e nos achaste. Em Cristo. Amém.


 

50 E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito.51 E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras;52 E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;53 E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos.54 E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era Filho de Deus.55 E estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que tinham seguido Jesus desde a Galiléia, para o servir;56 Entre as quais estavam Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.57 E, vinda já a tarde, chegou um homem rico, de Arimatéia, por nome José, que também era discípulo de Jesus.58 Este foi ter com Pilatos, e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado.59 E José, tomando o corpo, envolveu-o num fino e limpo lençol,60 E o pôs no seu sepulcro novo, que havia aberto em rocha, e, rodando uma grande pedra para a porta do sepulcro, retirou-se.61 E estavam ali Maria Madalena e a outra Maria, assentadas defronte do sepulcro.62 E no dia seguinte, que é o dia depois da Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos,63 Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei.64 Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro.65 E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes.66 E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Mateus 27:50-66

A obra da expiação foi cumprida, a vitória foi conquistada. Com um poderoso grito de triunfo, Cristo entra na morte. Deus dá ainda outras provas dessa vitória: rasga o véu do templo de alto a baixo, consagrando um “novo e vivo caminho” pelo qual, daquele momento em diante, o homem pode penetrar “com liberdade” em Sua presença (Hebreus 10:19-21). Abre também os sepulcros, e a morte, vencida, teve de devolver alguns de seus cativos.

Depois Deus zela pela honra de Seu próprio Filho. Conforme a profecia, Jesus ocupa o túmulo de um homem rico, o qual, piedosamente, cuidou do Seu sepultamento (Isaías 53:9). Com exceção desse José de Arimatéia, Mateus não mostra nenhum outro discípulo presente nessa hora. Por sua vez, algumas mulheres, cuja devoção é digna de nota, têm o privilégio de estar ali.

Do princípio ao fim deste evangelho, o ódio do homem perseguiu ao Senhor Jesus. Em Seu nascimento, o ódio foi manifestado em Herodes. Perseguiu-O até o túmulo, que agora está sob vigia e selado cautelosamente pelos líderes religiosos dos judeus. Mas tanto os soldados, o selo, como as pedras são vãs precauções; servirão, de fato, somente para evidenciar ainda mais a realidade da ressurreição.

Há apenas um triste detalhe aqui: os inimigos do Senhor lembram-se de algo que os próprios discípulos tinham esquecido! (v. 63).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br fonte http://www.ajesus.com.br/comjesus/


 

Ukuvile uYehova ukutarhuzisa kwam; UYehova umthandazo wam uyawamkela. Emazile amadoda aloo ndawo, athumela kuwo wonke loo mmandla. Bazisa kuye bonke abafayo, bambongoza ukuba bachukumise nje kodwa intshinga yengubo yakhe; baza bonke abayichukumisayo baphiliswa kanye.

Versículos de hoje

O SENHOR já ouviu a minha súplica; o SENHOR aceitará a minha oração. Salmos 6:9

E, quando os homens daquele lugar o conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor e trouxeram-lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos. Mateus 14:35,36

Fonte http://www.bibliaonline.com.br

Os teus olhos verão o Rei na sua formosura e verão a terra que está longe.Os reis o verão e se levantarão

Terça-feira 9 Outubro

Os teus olhos verão o Rei na sua formosura e verão a terra que está longe.

Os reis o verão e se levantarão (Isaías 33:17 e 49:7).

A BÍBLIA NA IDADE MÉDIA (1)

Por meio das crônicas da Idade Média sabemos que naquele tempo, antes da invenção da imprensa, quando cada livro era copiado à mão, a Bíblia ocupou um lugar de honra no palácio de vários reis da França.

Certamente, o mero fato de ter uma Bíblia em casa, e até de lê-la, não faz de alguém um verdadeiro cristão. Porém como o interesse pelas Escrituras não era achado em todos os reis, isso pode ser o início de uma fé genuína nos que o manifestaram. A Palavra de Deus é o Livro universal, respeitado tanto pelos grandes como pelos menores de todas as sociedades.

Carlos Magno (747-814), rei da França e imperador do Ocidente, dava muita importância à instrução pública. Era ajudado por Alquino de York, a quem hoje se daria o título de ministro da cultura. O impulso dado aos estudos bíblicos durante o reinado de Carlos Magno foi tal que a Bíblia passou das mãos dos clérigos às mãos dos leigos, sobretudo os da corte. Alquino sempre era consultado sobre algumas dificuldades de interpretação. Em uma de suas cartas a Carlos Magno, ele informou que nobres e guerreiros lhe escreviam pedindo explicações sobre uma ou outra passagem.

O filho de Carlos Magno, Luiz, o Piedoso, que morreu em 840, parece ter merecido essa alcunha. Ele também conhecia e amava a Bíblia.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br fonte http://www.apaz.com.br

Ser-me-eis homens consagrados

9 de Outubro

“Ser-me-eis homens consagrados.” Êxodo 22.31

Observemos com mais atenção a expressão “Santidade ao Senhor.” Ela devia ser gravada numa lâmina de ouro e fixada sobre a fronte. Na Bíblia, o ouro representa a glória de Deus. Aquele que é santo e vive em santidade revela inconscientemente a natureza de Deus, que é glória.

A lâmina de ouro com a inscrição “Santidade ao Senhor” tinha que ser fixada na fronte, portanto ali onde fica a sede dos pensamentos humanos, de onde saem as decisões. Ali, na própria sede da personalidade, o Senhor coloca a Sua mão e ao mesmo tempo grava Seu selo: “Santidade ao Senhor.” Essa “Santidade ao Senhor” era gravada numa lâmina “à maneira de gravura de sinetes.”

Algo que é gravado representa um fato consumado, que não pode ser mudado. É como se com isso o Senhor selasse Seu servo, manifestando perante o mundo visível e invisível: “Ele me pertence”. A lâmina do sumo sacerdote Arão estava num lugar onde todos podiam ver e ler. Arão portanto não precisava dizer: “Eu sou do Senhor”, porque isso se notava à primeira vista. Os verdadeiros santificados falam mais alto por meio da sua natureza do que pelas suas palavras; eles são cartas legíveis de Cristo, lidas por todos os homens.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)