“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.” Mateus 5:9

felizes OS PACIFICADORES
Leia:
Tiago 3:13-18

“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.” Mateus 5:9


Francisco de Assis, que viveu no século treze, escreveu a seguinte oração: Senhor! Faze de mim um instrumento da tua paz. Onde houver ódio, que eu leve amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.O pacificador é um instrumento da paz de Cristo no mundo. Ele deseja e luta, mas com mansidão, para que o amor supere o ódio, o perdão supere a ofensa e a união supere a discórdia. Ao anunciar o nascimento de Cristo, o anjo disse: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais Ele concede o seu favor.” (Lucas 2:14) Por isso, Jesus é chamado o “Príncipe da Paz”.Jesus é o mensageiro da paz, aquele que traz a paz a este mundo tumultuado e rebelde a Deus. Jesus é quem traz a paz aos corações aflitos e em crise. Ele espanta o ódio, acaba com a discórdia e muda ofensa, rancor e agressões por compreensão, amor e perdão.E quem recebe Jesus, recebe o dom e o legado da paz e se transforma num agente dessa paz no mundo onde vive. Ser cristão é ser pacificador! E ser pacificador é ser feliz!


Pense:
Paz não é ausência de conflitos, mas a capacidade de resolver os conflitos sem ódio.
Ore:
Meu coração anseia por tua paz, ó Senhor. Quero viver como teu filho e levar a tua paz aonde quer que eu encontre, ódio, ofensa, conflito e discórdia. Em nome do Príncipe da Paz, eu oro. Amém.

 

 

“Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.” Mateus 5:8

UM CORAÇÃO PURO
Leia:
Salmo 51:1-12

“Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.” Mateus 5:8


A mitologia grega fala de um rei chamado Áugias, dono de três mil cabeças de gado. O estábulo onde esse rebanho vivia não era limpo havia décadas. O poderoso Hércules aceitou o desafio de limpar o estábulo. Em vez de pá, ele usou dois rios, mudando o seu curso e fazendo-os passar pelo estábulo para limpar toda aquela imundície.Vivemos num mundo imperfeito, onde ainda mora o pecado. Nossa natureza ainda guarda os resquícios do pecado. Todos os dias somos atingidos pela sujeira da maldade que brota, às vezes, de maneira surpreendente de dentro dos nossos próprios corações. Deus já canalizou para dentro de nós o rio de águas vivas do Espírito Santo, que continuamente purifica nossas vidas.”Bem-aventurados os puros de coração…” A palavra “puro” no grego tem a mesma raíz da palavra “catarse”. Quando passamos por uma catarse, passamos por uma experiência profunda, um processo de limpeza que remove qualquer impureza. Jesus diz que se queremos ver Deus, devemos ter um coração puro, um coração purificado pelo perdão de Cristo. Muita gente tem o anseio de ver Deus, mas, para isto, é preciso ter um coração puro.


Pense:
Quando entramos na máquina de lavar do Espírito, saímos limpos, sem nenhuma mancha.
Ore:
Pai amado, graças te damos pelo rio de águas vivas que corre dentro de nós, purificando nossas vidas e nos dando a graça de contemplar a tua face e viver junto a ti. Em nome de Jesus. Amém.

 

O MISERICORDIOSO É FELIZ

O MISERICORDIOSO É FELIZ
Leia:
Gênesis 50:15-21

“Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia.” Mateus 5:7


Um dos exemplos mais bonitos de misericórdia é a história de José e seus irmãos. Os irmãos de José o venderam como escravo e disseram ao pai que o filho que ele tanto amava fora devorado por um animal selvagem.Veio uma grande seca e, com ela, a fome. E os irmãos de José tiveram de ir ao Egito em busca de comida. Lá, descobriram que José havia sido liberto da escravidão e era agora um grande líder e o responsável pela distribuição de alimentos (Gênesis 37-47). Seria natural que José quisesse punir os irmãos quando os encontrasse, mas ele lhes disse: “Não tenham medo, eu os sustentarei, a vocês e aos seus filhos”. “E assim os tranqüilizou e lhes falou amavelmente”. Isto é misericórdia! Há pessoas difíceis da gente amar. Mas, certamente, nós também não somos pessoas fáceis de serem amadas.Havia em nossa comunidade uma jovem senhora que vivia infeliz, reclamando de tudo, revoltada com a vida e muitas vezes sendo grosseira com as pessoas. Até que resolveu se abrir e revelar que o seu casamento estava desmoronando. Muitos a cercaram com misericórdia e amor. Lágrimas foram derramadas. Antes, ela descontava o sofrimento nas pessoas da igreja. A partir dessa experiência, sua percepção das pessoas se modificou – a misericórdia a transformou numa pessoa feliz.


Pense:
Jesus nos chama para sermos canais por onde a misericórdia possa fluir para os outros.
Ore:
Pai celeste, ajuda-nos a compreender que “a misericórdia triunfa sobre o juízo!” Dá-nos sabedoria e força para sermos misericordiosos hoje. Em nome de Jesus, oramos. Amém.

 

Mateus 18:1-14

  Mateus 18:1-14

O mundo se compraz naquilo que é grande. Os discípulos não estavam livres desse espírito. Eles querem saber quem será o maior no reino dos céus. O Senhor, contudo, responde que o mais importante é entrar, e para entrar é preciso ser pequeno. Com o objetivo de gravar no espírito deles esse ensinamento, o Senhor chama um menino e o coloca no meio deles. Talvez tenhamos crianças ao nosso redor. Elas também estão em nosso meio como exemplo de confiança e simplicidade. Tenhamos o máximo cuidado de não depreciá-las por causa de sua fraqueza, ignorância ou ingenuidade. E mais ainda, cuidemos para não escandalizá-las. O mau exemplo de um irmão mais velho é um dos piores obstáculos no caminho dos jovens cristãos. Jesus repete aqui o que havia dito a respeito da questão dos escândalos (cap. 5:29-30).

Em vez de desdenhar, Deus cuida dos pequenos de uma forma especial. Os anjos estão encarregados de zelar por eles. E não nos esqueçamos de que Jesus veio também para salvá-los (v. 11). A parábola da ovelha perdida mostra-nos que valor tem um só cordeirinho para Seu coração.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

A adoração do cristão tem por efeito transportá-lo em espírito “ao topo do monte” na companhia do Senhor glorificado. Que bom seria se pudéssemos gozar de tais momentos com muito mais freqüência! Porém, é necessário saber como voltar com Ele para as circunstâncias da vida neste mundo onde Satanás reina. É esta a experiência que os discípulos têm de enfrentar aqui. A cura do menino lunático é a oportunidade para que o Senhor Jesus enfatize o maravilhoso poder da fé.

  Mateus 17:14-27

A adoração do cristão tem por efeito transportá-lo em espírito “ao topo do monte” na companhia do Senhor glorificado. Que bom seria se pudéssemos gozar de tais momentos com muito mais freqüência! Porém, é necessário saber como voltar com Ele para as circunstâncias da vida neste mundo onde Satanás reina. É esta a experiência que os discípulos têm de enfrentar aqui. A cura do menino lunático é a oportunidade para que o Senhor Jesus enfatize o maravilhoso poder da fé.

A cena dos versículos 24 a 27 é ao mesmo tempo instrutiva e comovedora. Pedro, sempre agindo sem pensar e esquecendo a visão da glória e a voz do Pai, compromete-se a pagar o imposto do templo em nome do seu Mestre. O Senhor Jesus gentilmente pergunta-lhe se o filho de um rei paga impostos ao seu próprio pai. (Simão havia reconhecido pouco tempo atrás que Jesus era o Filho do Deus vivo!). Depois disso, o Senhor encarrega Pedro de pagar o imposto, apesar de não precisar fazê-lo. Mas ao mesmo tempo manifesta Seu poder: Ele é o que controla toda a criação, incluindo os peixes do mar (Salmo 8:6-8). E manifesta Seu amor associando-Se ao fraco discípulo e pagando por ele também.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te.

Quinta-feira 13 Setembro

Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te.

Filho meu, ouve a instrução de teu pai e não deixes a doutrina de tua mãe (Deuteronômio 6:5-7; Provérbio 1:8).

A FORÇA DO EXEMPLO

Fred, criado em uma família cristã, manifestava pouco interesse pelas coisas de Deus. De repente, esse jovem de 16 anos de idade mudou de atitude. Começou a se sujeitar aos pais, esforçando-se por agradá-los, tendo um novo e visível prazer em falar com eles sobre a Palavra de Deus. Fred havia recebido Jesus como seu Salvador. É fácil imaginar a alegria de seus pais diante de uma resposta tão clara aos desejos e orações deles. Também é compreensível a emoção quando souberam que o filho deles tinha se convertido não como resultado de uma mensagem ouvida em alguma reunião cristã, mas pelo testemunho dado por seus pais. Subitamente Fred se deu conta da maneira como eles viviam e do compromisso que tinham com Deus. Então percebeu que esse era o segredo da felicidade que desfrutavam.

Que alento para os pais cristãos! Os cuidados de uma educação piedosa, as palavras e as advertências podem parecer sem importância para os filhos. Porém, algum dia, esse testemunho dará frutos, os filhos se lembrarão do que lhes foi ensinado e, sobretudo, mostrado. De fato, mais que palavras, a atitude da vida cotidiana, inclusive os dias de dificuldade e provação, e o ambiente da vida familiar deixarão uma impressão indelével.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Agora, pois, ó nosso Deus, que diremos depois disso? Pois deixamos os teus mandamentos (Esdras 9:10).

Quarta-feira 12 Setembro

Agora, pois, ó nosso Deus, que diremos depois disso? Pois deixamos os teus mandamentos (Esdras 9:10).

BOAS OBRAS

Devido à trágica e repentina morte da princesa Diana em 1997, a dor e a empatia se estenderam não só pela Europa ocidental, mas pelo mundo inteiro. Muitos recordavam de sua participação em obras de caridade. Outros falavam da ajuda que havia prestado aos enfermos e moribundos. Para outros, ela era inesquecível por sua valentia, pois realizou campanhas contra a proliferação de material de guerra, como as minas que mutilam de forma tão horrível a milhares de seres humanos. Alguns até se atreveram a lhe chamar de santa. As numerosas e aflitas pessoas que assistiram o enterro dela tinham a sensação de que a princesa estava no céu. Somente Deus sabe qual é a realidade.

Quando se trata dos mandamentos de Deus, muitas pessoas são sinceras e reconhecem que nem sempre os obedecem. Por isso, as boas obras em geral têm tanta importância para elas, porque pensam que por intermédio dessas obras se pode equilibrar a conta dos pecados diante de Deus.

Mas o que diz a Bíblia? Deus não pode fazer vistas grossas para o pecado de ninguém. As boas obras são louváveis, mas,, e as más? Estas trazem cada alma diante do juízo de Deus. Por isso todo aquele que é consciente de seus pecados e deseja vê-los apagados deve confessá‑los todos a Deus e buscar refúgio no Salvador. Por meio dEle, se obtém o perdão. E apenas os salvos pela fé na obra expiatória do Senhor Jesus podem verdadeiramente fazer obras agradáveis diante de Deus.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br