Êxodo 12:17-27 (leia aqui)
O fermento, uma figura do mal, deve ser removido com o máximo de diligência (veja 1 Coríntios 5:7-8). Não podemos nos beneficiar nem desfrutar plenamente da obra de Cristo enquanto não tivermos confessado e abandonado todo pecado do qual tivermos consciência.
Havia algo que o israelita deveria fazer, como ordenado pelo Senhor através de Moisés no versículo 7 deste mesmo capítulo: ele tinha de mergulhar os ramos de hissopo no sangue do cordeiro e marcar a verga da porta e as ombreiras da casa. Ao fazer isso, o cabeça da família deveria acreditar em duas coisas: primeiro, que o Senhor viria com juízo e, segundo, que o sangue teria o poder de proteger a ele e à sua família.
Podemos fazer a mesma pergunta feita pelos filhos das famílias judias: “Que rito é este?” (v. 26). Não é uma figura do precioso sangue de Cristo protegendo-nos do juízo? “Quando eu vir o sangue”, declarou o Senhor (v. 13). Isso diz tudo. Os israelitas não poderiam ver o juízo de dentro de suas casas. A nossa salvação não depende do modo pelo qual apreciamos a obra de Cristo ou da intensidade de nossos sentimentos a respeito dela. Não, nossa salvação depende do modo como Deus a vê e, para Ele, o sangue tem plena e completa eficácia para remover o pecado. Portanto, descansemos confiantemente na obra perfeita realizada por Jesus na cruz do Calvário, a qual foi aceita por Deus (veja 1 João 1:7).
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