E foram os filhos de Israel, e fizeram isso como o Senhor ordenara a Moisés e a Arão, assim fizeram

Êxodo 12:28-39 (leia aqui)

Enquanto os israelitas comem a páscoa sob a proteção do sangue do cordeiro no interior de suas casas, do lado de fora reina na noite uma cena de terror e desolação. O anjo destruidor passa ferindo os primogênitos e um grande clamor enche todo o Egito. É a décima e última praga, figura de um juízo infinitamente mais solene, aquele que a Escritura chama de a segunda morte, reservado para os que não se colocaram sob a proteção do sangue do Cordeiro de Deus.

Não havia diferença entre o cativo e o próprio Faraó. E também não haverá diferença quando todos os mortos, “os grandes e os pequenos”, estiverem em pé diante do grande trono branco de Apocalipse 20.

Para os filhos de Israel é o tempo da partida. Eles comeram a páscoa apressadamente, com seus “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (v. 11), demonstrando assim ser um povo separado, estrangeiro, pronto para partir. Nós também somos peregrinos e estamos preparados para deixar este mundo a qualquer instante. As outras pessoas deveriam perceber isso pelo nosso zelo por Deus, pelo nosso desinteresse nas coisas deste mundo, pela nossa sóbria maneira de viver. Em resumo, por todo o nosso comportamento, as pessoas deveriam perceber que, pelo fato de termos sido comprados pelo sangue do Cordeiro, estamos prontos

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