E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são.

Romanos 11:16-36

Para ilustrar respectivamente a posição de Israel e dos gentios, o apóstolo usa a figura de uma “oliveira”, que representa o povo judeu. Parte de seus ramos foram quebrados “pela sua incredulidade” (v. 20) e em seu lugar foram enxertados ramos provenientes da oliveira brava dos gentios. Todos sabemos que um jardineiro faz o contrário: enxerta na árvore silvestre os ramos da espécie que ele espera cultivar. Esta introdução dos gentios no tronco de Israel “contra a natureza” enfatiza a imensa graça que colocou a nós, que não somos judeus, numa posição de beneficiários das promessas feitas a Abraão. Orgulhar-nos disso diante do mundo produziria grandes e sérias conseqüências (v. 20)!

Chegará o momento, logo após o arrebatamento dos crentes, que a cristandade apóstata terá sua vez de ser julgada; depois disso todo o remanescente de Israel será salvo por seu grande Libertador (v. 26).

Os gentios não tinham nenhum direito originalmente; Israel perdeu os seus direitos ; todos estavam, pois, no mesmo estado irremediável, sem nenhum outro recurso a não ser a misericórdia divina. O apóstolo se detém com adoração diante desses planos insondáveis, “da profundidade da riqueza, da sabedoria e do conhecimento de Deus” (v. 33).

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